sexta-feira, 30 de Janeiro de 2009
We Have Band - Oh!
Os londrinos We Have Band ficaram conhecidos pelo seu tema "Oh!", lançado no final do ano passado, e preparam-se para o primeiro concerto em Portugal: dia 27 de Março no Indústria (Porto). Para já, é a única data marcada para o nosso país.
Wraygunn @ TSB - o rescaldo
Os Wraygunn encerraram esta noite a digressão no Porto, perante um Teatro Sá da Bandeira bem composto, numa actuação a pensar no primeiro DVD da banda de Coimbra. Suor, sentido de humor e celebração do rock and roll de um dos mais consistentes projectos nacionais.

em reportagem para o festivaispt
fotografia: Marco Eira
Os Wraygunn praticam um rock and roll influenciado pela cultura negra norte-americana: blues, soul e mesmo gospel. Com 10 anos de carreira, resolvem que o terceiro álbum, "Shangri-la", é motivo para a edição de um DVD e gravam dois concertos - um no Porto, outro em Lisboa - em jeito de encerramento de tour e celebração com quem segue os passos da banda. Convidam Sean Riley e dois elementos do Faith Gospel Choir, somando a certas alturas a presença de 10 músicos em simultâneo em palco. E assim montam um espectáculo a ficar gravado para a posteridade.
Paulo Furtado, maestro que faz da guitarra batuta, é líder carismático de uma formação que conta, ainda, com as vozes de Raquel Ralha e Selma Uamusse, o baixo de Sérgio Cardoso, a bateria de Pedro Pinto, a percussão de João Doce e a maquinaria de Francisco Correia. Uma formação alargada para o habitual de projectos centrados no rock and roll, que mistura as várias influências numa sonoridade que consegue ir dos blues/soul de raíz negra até ao rock and roll com o pé fora do travão.
"Just a Gambling Man..." abre uma actuação onde o último trabalho de originais - "Shangri-la" - estaria em destaque, mas onde não faltariam recordações dos trabalhos anteriores. Assim, "Soul City" e "Keep on Prayin'" seguir-se-iam, recuperações do álbum "Ecclesiastes 1.11" - mas "Soul Jam", o primeiro longa-duração, também não ficaria esquecido no alinhamento.
Enquanto os temas de cariz blues iam cativando o público mais adulto, foi com os temas novos que a facção jovem se manifestou. "Love is My New Drug", "Everything's Gonna Be OK" e "She's A Go-Go Dancer" elevaram o ritmo para lá do bater de pé - ritmo aliado à sensualidade trazida pelas duas meninas na frente de palco, com a presença feminina bem mais saliente nos temas recentes.

Houve, ainda, lugar para a presença do convidado Sean Riley em palco - projecto de que Paulo Furtado revelou ser apreciador e que partilha a mesma origem geográfica dos Wraygunn: a zona centro do país. Para a ameaça de despedida, ficaria "All Night Long", com uma verdadeira sessão de improviso pelo meio, em que Paulo Furtado procurou "divertir mais de 100 pessoas apenas com duas maracas" - ainda que tenha chegado à conclusão que, depois de alguns minutos a improvisar sons, não tinha jeito para as maracas.
Bem disposto e irrequieto, o ex-Tédio Boys é o perfeito anfitrião de um concerto de rock and roll "à moda antiga" - mantendo, até, alguns diálogos com um público interventivo. De joelhos no chão, em cima da mesa da maquinaria ou no limiar do palco, junto do público, Paulo Furtado é - e à margem dos clichés - um verdadeiro animal de palco. E, enquanto afina a guitarra a meio dos temas, mantém toda a banda suspensa, à espera que esteja de novo pronto. Um conjunto de bons músicos, com um líder carismático, que revela que é em cima de um palco que a sonoridade dos Wraygunn cresce e se expande, com a sensualidade e a carga sexual inevitavelmente associada ao rock and roll no ar.
Para o encore, ficaria a cover dos The Kinks "You Really Got Me", com novo improviso pelo meio, apresentada entre "Lonely" e "Love Letters From a Muthafucka" - já com um pequeno mosh pit instalado na frente de palco.
No próximo sábado, dia 31 de Janeiro, é a vez de Lisboa se despedir dos Wraygunn, na Aula Magna.

Na primeira parte estiveram os doismileoito. Trio vindo da Maia e formado em 2005, vêem o seu primeiro álbum lançado na próxima segunda-feira, dia 2 de Fevereiro. Com duas passagens pelo Festival do Sudoeste e integrantes do primeiro Super Bock em Stock, são tidos como uma das apostas nacionais para 2009. "Cabanas", "Bem Melhor (12200074)" ou "Musica d'Homens" seriam alguns dos temas apresentados, num concerto morno de uma banda em que a mistura de influências ainda não dá espaço a uma sonoridade coesa.
Depois da actuação dos Wraygunn, houve after-party com DJ sets de Legendary Tiger Man (o alter-ego de Paulo Furtado), El Cisco Loco, A Boy Named Sue e Os Mutantes.
em reportagem para o festivaispt
fotografia: Marco Eira
Os Wraygunn praticam um rock and roll influenciado pela cultura negra norte-americana: blues, soul e mesmo gospel. Com 10 anos de carreira, resolvem que o terceiro álbum, "Shangri-la", é motivo para a edição de um DVD e gravam dois concertos - um no Porto, outro em Lisboa - em jeito de encerramento de tour e celebração com quem segue os passos da banda. Convidam Sean Riley e dois elementos do Faith Gospel Choir, somando a certas alturas a presença de 10 músicos em simultâneo em palco. E assim montam um espectáculo a ficar gravado para a posteridade.
Paulo Furtado, maestro que faz da guitarra batuta, é líder carismático de uma formação que conta, ainda, com as vozes de Raquel Ralha e Selma Uamusse, o baixo de Sérgio Cardoso, a bateria de Pedro Pinto, a percussão de João Doce e a maquinaria de Francisco Correia. Uma formação alargada para o habitual de projectos centrados no rock and roll, que mistura as várias influências numa sonoridade que consegue ir dos blues/soul de raíz negra até ao rock and roll com o pé fora do travão.
"Just a Gambling Man..." abre uma actuação onde o último trabalho de originais - "Shangri-la" - estaria em destaque, mas onde não faltariam recordações dos trabalhos anteriores. Assim, "Soul City" e "Keep on Prayin'" seguir-se-iam, recuperações do álbum "Ecclesiastes 1.11" - mas "Soul Jam", o primeiro longa-duração, também não ficaria esquecido no alinhamento.
Enquanto os temas de cariz blues iam cativando o público mais adulto, foi com os temas novos que a facção jovem se manifestou. "Love is My New Drug", "Everything's Gonna Be OK" e "She's A Go-Go Dancer" elevaram o ritmo para lá do bater de pé - ritmo aliado à sensualidade trazida pelas duas meninas na frente de palco, com a presença feminina bem mais saliente nos temas recentes.

Houve, ainda, lugar para a presença do convidado Sean Riley em palco - projecto de que Paulo Furtado revelou ser apreciador e que partilha a mesma origem geográfica dos Wraygunn: a zona centro do país. Para a ameaça de despedida, ficaria "All Night Long", com uma verdadeira sessão de improviso pelo meio, em que Paulo Furtado procurou "divertir mais de 100 pessoas apenas com duas maracas" - ainda que tenha chegado à conclusão que, depois de alguns minutos a improvisar sons, não tinha jeito para as maracas.
Bem disposto e irrequieto, o ex-Tédio Boys é o perfeito anfitrião de um concerto de rock and roll "à moda antiga" - mantendo, até, alguns diálogos com um público interventivo. De joelhos no chão, em cima da mesa da maquinaria ou no limiar do palco, junto do público, Paulo Furtado é - e à margem dos clichés - um verdadeiro animal de palco. E, enquanto afina a guitarra a meio dos temas, mantém toda a banda suspensa, à espera que esteja de novo pronto. Um conjunto de bons músicos, com um líder carismático, que revela que é em cima de um palco que a sonoridade dos Wraygunn cresce e se expande, com a sensualidade e a carga sexual inevitavelmente associada ao rock and roll no ar.
Para o encore, ficaria a cover dos The Kinks "You Really Got Me", com novo improviso pelo meio, apresentada entre "Lonely" e "Love Letters From a Muthafucka" - já com um pequeno mosh pit instalado na frente de palco.
No próximo sábado, dia 31 de Janeiro, é a vez de Lisboa se despedir dos Wraygunn, na Aula Magna.

Na primeira parte estiveram os doismileoito. Trio vindo da Maia e formado em 2005, vêem o seu primeiro álbum lançado na próxima segunda-feira, dia 2 de Fevereiro. Com duas passagens pelo Festival do Sudoeste e integrantes do primeiro Super Bock em Stock, são tidos como uma das apostas nacionais para 2009. "Cabanas", "Bem Melhor (12200074)" ou "Musica d'Homens" seriam alguns dos temas apresentados, num concerto morno de uma banda em que a mistura de influências ainda não dá espaço a uma sonoridade coesa.
Depois da actuação dos Wraygunn, houve after-party com DJ sets de Legendary Tiger Man (o alter-ego de Paulo Furtado), El Cisco Loco, A Boy Named Sue e Os Mutantes.
terça-feira, 27 de Janeiro de 2009
Franz Ferdinand - Tonight: Franz Ferdinand

Chega esta semana às lojas o novo trabalho dos escoceses Franz Ferdinand, o terceiro do quarteto. Com o nome proveniente do arquiduque austro-hungaro cujo assassinato daria origem à Primeira Guerra Mundial, contam na formação com Bob Hardy (baixo), Nick McCarthy (guitarra), Paul Thomson (bateria) e o líder carismático Alex Kapranos (guitarra, voz).
Começaram por ensaiar num armazém abandonado a que chamaram "The Chateau" - local onde davam várias festas, misturando música e arte. Em 2003, assinam pela Domino, com o EP "Darts of Pleasure" a ser lançado no ano seguinte. Seguiu-se digressão com os Hot Hot Heat e Interpol, antes do single "Take Me Out" os catapultar, ainda antes do lançamento do álbum de estreia.
Em 2004, vencem com o disco homónimo e de estreia o Mercury Prize e tornam-se um dos principais nomes do new wave/post-punk revival. Nesse ano, dão o seu primeiro concerto em solo português: no Festival do Sudoeste, festival a que voltaram no ano passado para um concerto de má memória. "Do You Want To" serviu de apresentação ao segundo longa-duração, chegado em 2005: "You Could Have It So Much Better".
Depois de dois anos em estúdio (com vários produtores, atrasos e muita tinta corrida pelo meio), chega este novo trabalho: nocturno, com mais electrónica, mais dançável e apresentado pelo single "Ulysses" - um tema menos directo e menos pop, em relação ao que nos habituaram. Para os saudosistas, há "No You Girls" - tema que mais rapidamente se agarra ao ouvido, provocando comparações com "Take Me Out", sendo um dos temas que se arrisca, desde já, a marcar 2009.
Entre influências vindas do continente africano, passando pelo desvario electrónico na recta final de "Lucid Dreams", é um álbum que facilmente desagrada quem dele esperava uma sonoridade assente na guitarra. Há muito da década de 80, com sintetizadores a ganhar relevo. Como todos os álbuns de mudança, promete dividir quem segue a carreira destes escoceses. E numa altura em que muito se fala sobre o formato "álbum", os Franz Ferdinand dão dupla resposta: há singles para fazer disparar as vendas (e cerca de metade dos temas são candidatos a single), ao mesmo tempo que o trabalho funciona como um todo. Existe, ainda, uma versão à venda com um segundo disco (chamado "Blood"), com versões dub dos temas originais.
a ouvir: No You Girls, Bite Hard, Live Alone ou Can't Stop Feeling
classificação: totalmente pa lamber
site | myspace
restante discografia:
2004 Franz Ferdinand
2005 You Could Have It So Much Better
domingo, 25 de Janeiro de 2009
alterações no Clashclub de Fevereiro

Por "compromissos pessoais", Mr Oizo fica de fora do cartaz da segunda edição das novas festas electrónicas na cidade do Porto. O Clashclub de 14 de Fevereiro conta, então, com Vicarious Bliss, DatA, Dilemn e Twin Turbo na sala principal, com Fusion e Fulano 47 na zona do bar.
A Positiva adianta, ainda, que irá tentar agendar Mr Oizo para uma das próximas edições. Ainda assim, os DatA trazem ao evento ingredientes novos e de peso, que deixam no ar a hipótese de um bom set.
Em venda antecipada, os bilhetes (já à venda) custam 10€ - e 15€ no próprio dia.
Tal como irá acontecer nas próximas edições, podem contar com reportagem através do festivaispt.
sexta-feira, 23 de Janeiro de 2009
novidades no Super Bock Super Rock

Em estreia em Portugal, os The Killers são a primeira presença confirmada para o SBSR Lisboa. Depois de recentemente lançarem "Day & Age" [aqui em posto de escuta], actuam no Estádio do Restelo a 18 de Julho.
Pelo Porto, aos Depeche Mode juntam-se os Nouvelle Vague. Com uma série de datas marcadas em breve para o nosso país, em formato acústico, tocam a 11 de Julho no Estádio do Bessa.
A Música no Coração já avançou que este ano o festival se irá resumir a apenas um dia em cada uma das cidades. Os bilhetes, já à venda, para cada custam 40€ - sendo, ainda, colocados à venda 1000 passes para o evento completo ao preço de 70€.
quarta-feira, 21 de Janeiro de 2009
Antony and the Johnsons - The Crying Light

O terceiro trabalho de Antony and The Johnsons chegou esta semana às lojas. Depois de colaborações com Lou Reed, Björk, Rufus Wainwright ou Devendra Banhart, foi no ano passado com os Hercules and Love Affair que Antony Hegarty viu a sua peculiar voz chegar às pistas de dança, rádios e - consequentemente - a um mais vasto público.
Com este projecto, estreia-se com o disco homónimo em 2000, sendo com "I Am a Bird Now", de 2005, que se consagra - vencendo, com este trabalho, o Mercury Prize. Este "The Crying Light" sucede-se de forma natural ao EP "Another World", do ano passado. Depois do soturno e melancólico disco de há quatro anos, a capa com o artista japonês Kazuo Ohno (a quem o álbum é dedicado) já nos remete para uma dualidade de sentimentos: há uma mistura de tristeza e de êxtase no retrato - que não é apresentado a preto e branco por acaso. A sonoridade continua assente na (já menos) dramática voz de Hegarty, com piano, secção de cordas e sopro a destacá-la - com a composição dos temas apoiada por Nico Muhly.
Uns pontos abaixo do último álbum, este "The Crying Light" reduz a carga dramática, com a tal luz a brilhar de uma forma mais moderada. Ainda assim, a nota dada é a máxima.
O projecto apresenta-se em palcos nacionais no próximo mês de Maio: dia 14 no Coliseu dos Recreios (Lisboa), dia 16 no Theatro Circo (Braga) e dia 18 no Coliseu do Porto.
a ouvir: Epilepsy Is Dancing, One Dove ou Kiss My Name
classificação: totalmente pa lamber
site | myspace
restante discografia:
2000 Antony and the Johsons
2005 I Am a Bird Now
segunda-feira, 19 de Janeiro de 2009
WhoMadeWho de regresso a Portugal

Segundo avança o festivaispt, os dinarmaqueses WhoMadeWho actuam a 20 de Fevereiro no Lux (Lisboa), no mesmo dia das Chicks on Speed. Quanto a estas meninas, já tinha sido aqui avançado o dj set no Plano B a 21 de Fevereiro, resta agora saber se os dinarmaqueses rumam também, ou não, ao norte.
"The Plot", o novo disco de originais, chegará às lojas em finais de Março.
White Lies - To Lose My Life

Chega esta semana às lojas "To Lose My Life" - o disco de estreia do trio londrino White Lies, projecto assente no post-punk revival, com influências de Joy Division ou Echo & the Bunnymen (chegam, até, com a etiqueta da Fiction Records, conhecida pela discografia dos The Cure na década de 80).
Formados por Harry McVeigh (voz, guitarra), Charles Cave (baixo) e Jack Lawrence Brown (bateria, teclas) em 2003, ainda com o nome Fear of Flying, começaram por se dedicar à revisitação do britpop - antes de mudarem de direcção musical e nome. No ano passado, começaram a criar um burburinho à volta dos temas que iam apresentando, deixando elevada a expectativa para este álbum de estreia.
Tidos como uma das bandas a manter debaixo de olho em 2009, a verdade é que é um (moderadamente) bom álbum que não passa disso mesmo. O rótulo de "next big thing" que parte da imprensa lhes tenta colocar é excessivo. Um dos hypes exagerados de 2009? E enquanto muita gente neles vê Editors ou Interpol, isto soa-me a The Killers...
a ouvir: Death, To Lose My Life ou Unfinished Business
classificação: pa lamber
site | myspace
domingo, 18 de Janeiro de 2009
Clashclub de Janeiro - o rescaldo
Numa cidade do Porto cada vez mais electrónica, foi esta madrugada estreado um novo projecto virado para a música de dança: o Clashclub. Na primeira edição de um evento que se prevê periódico, foi com SebastiAn que o Teatro Sá da Bandeira se transformou numa pista de dança ao rubro.
em reportagem para o site festivaispt
fotografia: Marco Eira // ver slideshow do evento

Foi num Teatro Sá da Bandeira muito bem composto que o Clashclub se estreou como o mais recente projecto de electrónica no Porto. O Clubbing na Casa da Música, em simultâneo, não terá sido motivo suficiente para impedir que a moldura humana fosse crescendo, atingindo no dj set de SebastiAn o ponto alto - tanto em quantidade de público, como em interesse da noite.
Shitdisco
Depois de uma estreia na Invicta, também em dj set, numa edição de Clubbing em 2007, os escoceses Shitdisco apresentaram um set desarticulado, sem grande fio condutor e com um lado técnico manifestamente fraco. Negando o rótulo que lhes foi atribuído aquando da edição de "Kingdom of Fear", em 2007, de "new rave", afirmam que é no dance punk que mais facilmente se integram. Esta noite, dividiram o set em duas partes: a primeira, mais influenciada pelo french touch e o electro que nos chegava há um par de anos atrás; na segunda, refugiaram-se em remisturas mais "agressivas", muitas vezes com a assinatura dos Crookers. Dos temas próprios, apresentariam "Ok!", no início, e "72 Virgins", no final. Pelo meio, Riot in Belgium, Fisherspooner, Daft Punk, Stardust, The Kills ou autoKratz.

Numa actuação pobre e desinteressante, os pontos altos chegariam com a remistura de "My People" dos australianos The Presets e "Killing in the Name of SebastiAn", já a abrir apetite para a presença que todos esperavam. De quem faz disto profissão, e com um destaque no cartaz do evento, esperava-se bem mais.
SebastiAn
Sebastian Akchoté, um dos nomes fortes da editora Ed Banger, é senhor de uma forte admiração pelo público, aproximada a rock star - prova disso foram as (pontuais) invasões de palco, por parte de alguns membros do público. Conhecido pelo toque distinto com que revisita o french touch, SebastiAn apresentou um set coeso, apostando não só nas batidas retorcidas como também nas linhas de graves intensas. Justice, Tiga, Proxy ou até mesmo a remistura dos Soulwax de "Lovelight", de Robbie Williams, foram bons momentos em que os graves se apresentaram, num set onde uma sequência em particular se haveria de destacar, sensivelmente a meio das 2 horas que lhe estavam reservadas.

Daft Punk, Boys Noize, The Prodigy e Chemical Brothers foram apresentados em fusão, de forma sequencial e sempre em crescendo, que levaria o público a dançar cada vez de uma forma mais descomplexada, entregue à capacidade técnica do francês, que mantém sempre a música no vermelho - não só no volume, como na intensidade. Outros bons momentos foram "Walkman", tema próprio do DJ/produtor, a sua remistura para "Killing in the Name of", dos Rage Against the Machine, e a recta final de set: depois de uns The Strokes, para a despedida iria ficar um techno que não destoaria de uma qualquer pista de carrinhos-de-choque de uma festa popular. Segurando um dos leitores de CD na mão, receberia assim, depois de se despedir ao som dos Justice, colegas de editora, um aplauso convicto de um público rendido.
Fritus Potatoes Suicide
Arrancando o set, às 6h da manhã, com a remistura dos Soulwax para "Kids", dos MGMT, os Fritus Potatoes Suicide, dupla portuense que tem sido presença habitual em grande parte dos últimos eventos electrónicos na cidade, mantiveram a festa, depois de também terem dado o pontapé de saída da noite.
A próxima edição do Clashclub tem data marcada para 14 de Fevereiro e conta com as presenças de Mr Oizo, Vicarious Bliss e Twin Turbo.
em reportagem para o site festivaispt
fotografia: Marco Eira // ver slideshow do evento

Foi num Teatro Sá da Bandeira muito bem composto que o Clashclub se estreou como o mais recente projecto de electrónica no Porto. O Clubbing na Casa da Música, em simultâneo, não terá sido motivo suficiente para impedir que a moldura humana fosse crescendo, atingindo no dj set de SebastiAn o ponto alto - tanto em quantidade de público, como em interesse da noite.
Shitdisco
Depois de uma estreia na Invicta, também em dj set, numa edição de Clubbing em 2007, os escoceses Shitdisco apresentaram um set desarticulado, sem grande fio condutor e com um lado técnico manifestamente fraco. Negando o rótulo que lhes foi atribuído aquando da edição de "Kingdom of Fear", em 2007, de "new rave", afirmam que é no dance punk que mais facilmente se integram. Esta noite, dividiram o set em duas partes: a primeira, mais influenciada pelo french touch e o electro que nos chegava há um par de anos atrás; na segunda, refugiaram-se em remisturas mais "agressivas", muitas vezes com a assinatura dos Crookers. Dos temas próprios, apresentariam "Ok!", no início, e "72 Virgins", no final. Pelo meio, Riot in Belgium, Fisherspooner, Daft Punk, Stardust, The Kills ou autoKratz.

Numa actuação pobre e desinteressante, os pontos altos chegariam com a remistura de "My People" dos australianos The Presets e "Killing in the Name of SebastiAn", já a abrir apetite para a presença que todos esperavam. De quem faz disto profissão, e com um destaque no cartaz do evento, esperava-se bem mais.
SebastiAn
Sebastian Akchoté, um dos nomes fortes da editora Ed Banger, é senhor de uma forte admiração pelo público, aproximada a rock star - prova disso foram as (pontuais) invasões de palco, por parte de alguns membros do público. Conhecido pelo toque distinto com que revisita o french touch, SebastiAn apresentou um set coeso, apostando não só nas batidas retorcidas como também nas linhas de graves intensas. Justice, Tiga, Proxy ou até mesmo a remistura dos Soulwax de "Lovelight", de Robbie Williams, foram bons momentos em que os graves se apresentaram, num set onde uma sequência em particular se haveria de destacar, sensivelmente a meio das 2 horas que lhe estavam reservadas.

Daft Punk, Boys Noize, The Prodigy e Chemical Brothers foram apresentados em fusão, de forma sequencial e sempre em crescendo, que levaria o público a dançar cada vez de uma forma mais descomplexada, entregue à capacidade técnica do francês, que mantém sempre a música no vermelho - não só no volume, como na intensidade. Outros bons momentos foram "Walkman", tema próprio do DJ/produtor, a sua remistura para "Killing in the Name of", dos Rage Against the Machine, e a recta final de set: depois de uns The Strokes, para a despedida iria ficar um techno que não destoaria de uma qualquer pista de carrinhos-de-choque de uma festa popular. Segurando um dos leitores de CD na mão, receberia assim, depois de se despedir ao som dos Justice, colegas de editora, um aplauso convicto de um público rendido.
Fritus Potatoes Suicide
Arrancando o set, às 6h da manhã, com a remistura dos Soulwax para "Kids", dos MGMT, os Fritus Potatoes Suicide, dupla portuense que tem sido presença habitual em grande parte dos últimos eventos electrónicos na cidade, mantiveram a festa, depois de também terem dado o pontapé de saída da noite.
A próxima edição do Clashclub tem data marcada para 14 de Fevereiro e conta com as presenças de Mr Oizo, Vicarious Bliss e Twin Turbo.
sábado, 17 de Janeiro de 2009
PJ Harvey no Porto

PJ Harvey actuará com John Perish a 2 de Maio na Casa da Música - na edição do Clubbing desse mês. O concerto servirá de apresentação do álbum de colaboração destes músicos, com data de lançamento apontada para finais de Março: "A Woman A Man Walked By".
Este é o segundo disco da dupla, depois de "Dance Hall At Louse Point", de 1996.
"White Chalk", de 2007, é o último álbum de PJ Harvey e está aqui em posto de escuta.
sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009
Wilco pela primeira vez em Portugal

Os norte-americanos Wilco estreiam-se em palcos nacionais no final do mês de Maio. Assim, a 30 de Maio actuam no Theatro Circo (Braga) e no dia seguinte no Coliseu dos Recreios (Lisboa). Em Lisboa, os bilhetes vão de 25 a 45€ e em Braga custam 40€.
O concerto servirá de apresentação do novo trabalho, com data de lançamento também apontada para Maio. O último trabalho da banda, "Sky Blue Sky", data de 2007 e está aqui em posto de escuta.
mais informações no site do festivaispt:
concerto de Braga
concerto de Lisboa
Os cidadãos que engulam!

No México, o governo local está "em guerra" com os cidadãos por causa das pastilhas elásticas. O Governo estima que, em cada metro quadrado na capital "Cidade do México", há 70 chicletes coladas ao chão da calçada.
O investimento do poder local em sistemas de limpeza sofisticados e à base de vapor e detergentes químicos está a ser brutal.
Por isso, o governo pede aos cidadãos que engulam as pastilhas elásticas em vez de as deitar ao chão. Aliás, está provado cientificamente que as pastilhas elásticas não se colam ao estômago, como muita gente pensa. Ou então que as deite no lixo embrulhadas em papel. "Eu sempre engoli as pastilhas elásticas e nunca me fizeram mal", confessou Jaral, um responsável da entidade local.
Em Portugal, será que se podia pedir o mesmo, sem associar este pedido à crise?
quinta-feira, 15 de Janeiro de 2009
próximos ClashClub

Ainda a primeira não aconteceu e já há data e programação para a segunda edição do ClashClub, no Teatro Sá da Bandeira (Porto). A aposta da Positiva, a promotora do evento, parece continuar a ser na editora Ed Banger e a 14 de Fevereiro - dia do Clubbing, começando a ficar claro que o evento pretende concorrer directamente com a Casa da Música - Mr Oizo e Vicarious Bliss irão dividir os pratos com os portuenses Twin Turbo.
Recorde-se que Mr Oizo integrou o cartaz do EcoUnderSky, no passado mês de Agosto [rescaldo aqui].
As edições seguintes serão a 3 e 30 de Abril, estando já avançada a presença de D.I.M. na primeira destas datas. Já Busy P deverá integrar o cartaz da segunda data. Fiquem atentos (a agenda aqui ao lado está em constante actualização, é uma questão de irem dando uma vista de olhos).
Actualização:
Depois da pequena nota deixada aqui ontem, podem contar com a reportagem do ClashClub de sábado - com as presenças de Sebastian, Shitdisco e Fritus Potatoes Suicide.
Os problemas de comunicação por vezes resolvem-se de formas... retorcidas.
Horários:
0h - 2h Fritus Potatoes Suicide
2h - 4h Shitdisco
4h - 6h Sebastian
6h - 7h Fritus Potatoes Suicide
terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
"Ahora, I çinn that.... black black black óll days is very BACH"
Todos nós sabemos que os espanhóis, regra geral, têm dificuldades a falar Inglês. E se juntarmos a isso estarem ligados ao mundo do futebol...
Ou mesmo gente importante do Banco Santander... preparem-se também para rir!!!
Ou mesmo gente importante do Banco Santander... preparem-se também para rir!!!
Dancefloor 030 // Kraak
O convidado desta edição do dancefloor tem Kraak como nome de guerra, sendo várias as ligações ao mundo da música. Desde a Undergrave Productions, a responsável pela vinda dos Infadels e dos The Mary Onettes ao nosso país, ao alter-ego atrás dos pratos, passando pela actividade como blogger. Com dj sets por locais como Varsóvia ou Praga, é por Lisboa que pode ser visto com mais frequência, tendo já passado por locais como Bar do Bairro, Agito, Incógnito, MexeCafé, Sound Club ou MusicBox - além do Radio, pela Invicta.
Amanhã tem data marcada para o Incógnito - e posso já avançar que daqui a exactamente um mês o Bar do Bairro (Lisboa) irá receber a "Could Be Underground", uma noite conjunta: Kraak e What DJ? - o projecto cá da casa, dedicado a dar-vos música para lá do blog. Mas a seu tempo, a divulgação dessa noite chegará.
Para já, fiquem com as escolhas de Kraak:
01. Doves - Pounding
02. Das Pop - Fool for Love
03. The Presets - Yippiyo-Ay
04. The Black Ghosts - Anyway You Choose to Give It (Extended Mix)
05. Cut Copy - Nobody Lost, Nobody Found
06. autoKratz - Stay the Same
07. Interpol - C'Mere
08. The Young Gods - Gasoline Man
09. Late of the Pier - Heartbeat
10. Friendly Fires - Paris
11. burningPilot - Case History
12. Bloc Party - Two More Years
13. Jesus Jones - International Bright Young Thing
14. TV on the Radio - Halfway Home
15. Infadels - Girl That Speaks No Words
segunda-feira, 12 de Janeiro de 2009
Birdy Nam Nam - Manual For Successful Rioting

Os Birdy Nam Nam são um colectivo de 4 DJs franceses (Crazy-B, DJ Pone, DJ Need, Little Mike) que iniciaram este projecto depois de vencerem o "DMC Technics World TEAM Championships" - um torneio anual de DJing. Têm como objectivo usar os pratos como instrumentos, criando novas composições a partir dos discos utilizados. Para este segundo álbum, recorreram - também - a sintetizadores, drum machine e programas de edição de áudio. Além disso, para a produção, recrutaram Yuksek - o conterrâneo que actuou recentemente por cá no French Conspiracy, com álbum na calha, e que levou a sua remistura do tema "Trans Boulogne Express" para as pistas - além dos Justice, que assinam (de forma característica) a produção do último tema do trabalho.
Nome ainda bastante desconhecido por cá, foi com a inclusão do tema "Trans Boulogne Express" no filme Trainsporter 3 (chegado aos nossos cinemas na semana passada, com o título "Transporter - Correio de Risco 3") que começaram a ser conhecidos para além das pistas de dança [já fizeram parte do dancefloor assinado por Nuno Coelho]. Hoje, chega às lojas este "Manual For Successful Rioting". Hip hop, electro e vários outros estilos combinados como um todo, num álbum coeso e que vai entretendo - sendo raro ir muito além disso...
a ouvir: Trans Boulogne Express, War Paint ou Worried
classificação: putável
myspace
restante discografia:
2006 Birdy Nam Nam
domingo, 11 de Janeiro de 2009
Chicks On Speed: Super Surfer Girl
As Chicks On Speed estão de volta. Um dos nomes-chave do electroclash tem tema novo, a servir de aperitivo ao álbum a ser lançado em 2009. Para já, na agenda das três meninas de diferentes nacionalidades consta uma data no Plano B (Porto), já a 30 de Janeiro.
Actualização:
Depois do cancelamento do concerto, chega nova informação: dia 21 de Fevereiro podemos contar com a presença das meninas. Esta é a boa notícia. A menos boa: é um dj set.
sexta-feira, 9 de Janeiro de 2009
Passos de Aerobica IV
É esta noite, no Passos Manuel: PASSOS DE AEROBICA IV

Presents
THE GREAT BATTLE!!!
BANDIDO$
Os Bandido$ são os congéneres em título em Lisboa e que andam desesperados para roubar o cinturão de campeões a Norte. Esta dupla é formada por dois bonitos homens com muitos músculos que são mestres na arte de seduzir o público. De glúteos bem apertados, estes meio-irmãos são capazes das maiores acrobacias para imobilizar o adversário. Diz quem já os viu no Texas que a sua performance é centrada em movimentos ilíacos imprópria para cardíacos e outras coisas acadabas em -íacos!

CARRINHOS DE CHOQUE
Os Carrinhos de Choque, a dar fichas desde 2003, regressam ao activo depois de uns anos sem desafios à sua altura. Formados por um ruandês e um açoriano, estes lutadores detêm o título de Dupla Mítica das Belas Artes do Porto e prometem animar a pista de dança como se de uma festa em honra de um qualquer santo em Cucujães se tratasse. Para muita gente, vai ser um choque, tragam joelheiras, caneleiras e outras coisas acabadas em -eiras!
and also featuring
UMA NAPER
and the
AEROBICA CREW

Presents
THE GREAT BATTLE!!!
BANDIDO$
Os Bandido$ são os congéneres em título em Lisboa e que andam desesperados para roubar o cinturão de campeões a Norte. Esta dupla é formada por dois bonitos homens com muitos músculos que são mestres na arte de seduzir o público. De glúteos bem apertados, estes meio-irmãos são capazes das maiores acrobacias para imobilizar o adversário. Diz quem já os viu no Texas que a sua performance é centrada em movimentos ilíacos imprópria para cardíacos e outras coisas acadabas em -íacos!
CARRINHOS DE CHOQUE
Os Carrinhos de Choque, a dar fichas desde 2003, regressam ao activo depois de uns anos sem desafios à sua altura. Formados por um ruandês e um açoriano, estes lutadores detêm o título de Dupla Mítica das Belas Artes do Porto e prometem animar a pista de dança como se de uma festa em honra de um qualquer santo em Cucujães se tratasse. Para muita gente, vai ser um choque, tragam joelheiras, caneleiras e outras coisas acabadas em -eiras!
and also featuring
UMA NAPER
and the
AEROBICA CREW
quinta-feira, 8 de Janeiro de 2009
Narcolepsia
Embalado pelo texto anterior, foi de certa forma bastante divertido encontrar alguns vídeos de animais com Narcolepsia (adormecer a qualquer momento devido a qualquer estímulo).
Ao ver o vídeo que se segue, quem não fica com pena do animal, mas ao mesmo tempo lança uma gargalhada?
Ao ver o vídeo que se segue, quem não fica com pena do animal, mas ao mesmo tempo lança uma gargalhada?
As pessoas mais esquisitas do Mundo
De vez em quando, sem querermos, temos acesso a informação extremamente estranha.
O Yahoo News lançou uma lista com as pessoas mais esquisitas do Mundo. O paLamber destaca aqui algumas.
Ora descubra porquê:
1 - a mulher que atinge 200 orgasmos por dia - Sara Karmen pode excitar-se com as mais variadas coisas (o ruído de um comboio, secador de cabelo ou mesmo uma fotocopiadora). Consta-se que esta britânica, de 24 anos de idade, só durante uma entrevista de 40 minutos do jornal News of the World teve 5 orgasmos. Verdade ou mentira, do que ela sofre é do Síndrome de Excitação Sexual Persistente, deixando-a "acesa" durante longos períodos de tempo, mesmo sem estímulos. Confessa que para se acalmar, costuma ter "muitas relações sexuais".
2 - o homem que não consegue engordar - Apesar de ter 59 anos, John Perry pode comer, comer e comer que nunca poderá engordar. O distúrbio dá-se pelo nome de Lipodistrofia e faz com que as gorduras sejam rapidamente queimadas. Desde os 12 anos que Perry sofre deste "problema" causado pela excessiva produção de insulina, que é 6 vezes maior que numa pessoa normal.
Apesar de tudo, este distúrbio pode ser fatal!
3 - o homem que não sente frio - O holandês Wim Hof, de 48 anos, é conhecido já como o 'Homem de Gelo'. Detém os recordes mundiais de "maior duração em contacto directo com o Gelo". Diz-se que ele, ao contrário da maioria das pessoas, não tem problemas com a Hipotermia - quando a temperatura do corpo baixa mais que 35 graus, mas o próprio Hof afirma que todo o frio que não sente provém da força da sua mente!
4 - o menino que não dormia - Uma criança não dormir durante 3 anos seguidos é de facto anormal. Rhett Lamb sofria de má formação de Arnold Chiari, uma anomalia no tecido cerebral. Diz-se que parte do seu crânio era anormalmente pequena e fazia pressão sobre o cérebro. Mas após uma cirurgia, o miúdo finalmente adormeceu!
Nem quero imaginar as olheiras dele...
5 - a rapariga que é alérgica a... água! - Ter alergias, é uma coisa normal! Agora a água.. não é de todo normal! Ashleigh Morris , uma rapariga australiana de 19 anos, não pode, desde os 14 anos, fazer coisas tão básicas como tomar banho ou transpirar muito! Morris sofre de uma doença raríssima de pele, da qual pouca documentação existe: Aquagenic Urticaria. Como indica a reportagem, apesar de muita gente duvidar da sua higiene pessoal, ela própria afirma sentir-se limpa.
De facto, não deve ser nada confortável não poder usufruir de um bom banho!
7 - a jovem que só come Tic Tac -
Há coisas que parecem mesmo mentira! Uma adolescente de 17 anos, chamada Natalie Cooper, só consegue comer Tic-Tac. Sim, as pastilhas elásticas! Pelos vistos, desde os 13 anos que esta menina vomita toda a comida sólida que ingere. No início, os médicos achavam que a miúda sofria de Bulimia, mas cedo descobriram que não. É, definitivamente, uma doença raríssima. A inglesa Natalie "ingere" os alimentos necessários via tubo e o resto? Só pastilhas Tic-Tac!
8 - o homem que soluça há mais de um ano -
Manter uma conversa com este rapaz não deve ser tarefa fácil! Chris Sands, de apenas 24 anos, soluça a cada 2 segundos. E assim acontece há 15 meses! O rapaz, que sofre de 'refluxo ácido', será operado num futuro próximo. Um tubo ser-lhe-á colocado no estômago de maneira a monitorizar o nível de acidez. Já merece o coitado, que até a dormir soluça!
9 - a mulher que desmaia sempre que ri - Realmente não pode ter assim tanta piada! Kate Underwood, de apenas 20 anos, sofre de uma doença estranha, designada Cataplexia. Ou seja, a qualquer estímulo que implique uma emoção forte, lá se vai a miúda ao chão, desmaiada! Os músculos enfraquecem rapidamente, o que torna o desmaio inevitável! Excitação, raiva, medo, surpresa e até vergonha podem provocar o desmaio a esta rapariga. Esta coitada também sofre de Narcolepsia, ou seja, adormece sem mais nem menos... É caso para dizer: ahahahahah!
O Yahoo News lançou uma lista com as pessoas mais esquisitas do Mundo. O paLamber destaca aqui algumas.
Ora descubra porquê:
1 - a mulher que atinge 200 orgasmos por dia - Sara Karmen pode excitar-se com as mais variadas coisas (o ruído de um comboio, secador de cabelo ou mesmo uma fotocopiadora). Consta-se que esta britânica, de 24 anos de idade, só durante uma entrevista de 40 minutos do jornal News of the World teve 5 orgasmos. Verdade ou mentira, do que ela sofre é do Síndrome de Excitação Sexual Persistente, deixando-a "acesa" durante longos períodos de tempo, mesmo sem estímulos. Confessa que para se acalmar, costuma ter "muitas relações sexuais".
2 - o homem que não consegue engordar - Apesar de ter 59 anos, John Perry pode comer, comer e comer que nunca poderá engordar. O distúrbio dá-se pelo nome de Lipodistrofia e faz com que as gorduras sejam rapidamente queimadas. Desde os 12 anos que Perry sofre deste "problema" causado pela excessiva produção de insulina, que é 6 vezes maior que numa pessoa normal.
Apesar de tudo, este distúrbio pode ser fatal!
3 - o homem que não sente frio - O holandês Wim Hof, de 48 anos, é conhecido já como o 'Homem de Gelo'. Detém os recordes mundiais de "maior duração em contacto directo com o Gelo". Diz-se que ele, ao contrário da maioria das pessoas, não tem problemas com a Hipotermia - quando a temperatura do corpo baixa mais que 35 graus, mas o próprio Hof afirma que todo o frio que não sente provém da força da sua mente!
4 - o menino que não dormia - Uma criança não dormir durante 3 anos seguidos é de facto anormal. Rhett Lamb sofria de má formação de Arnold Chiari, uma anomalia no tecido cerebral. Diz-se que parte do seu crânio era anormalmente pequena e fazia pressão sobre o cérebro. Mas após uma cirurgia, o miúdo finalmente adormeceu!
Nem quero imaginar as olheiras dele...
5 - a rapariga que é alérgica a... água! - Ter alergias, é uma coisa normal! Agora a água.. não é de todo normal! Ashleigh Morris , uma rapariga australiana de 19 anos, não pode, desde os 14 anos, fazer coisas tão básicas como tomar banho ou transpirar muito! Morris sofre de uma doença raríssima de pele, da qual pouca documentação existe: Aquagenic Urticaria. Como indica a reportagem, apesar de muita gente duvidar da sua higiene pessoal, ela própria afirma sentir-se limpa.
De facto, não deve ser nada confortável não poder usufruir de um bom banho!
7 - a jovem que só come Tic Tac -
Há coisas que parecem mesmo mentira! Uma adolescente de 17 anos, chamada Natalie Cooper, só consegue comer Tic-Tac. Sim, as pastilhas elásticas! Pelos vistos, desde os 13 anos que esta menina vomita toda a comida sólida que ingere. No início, os médicos achavam que a miúda sofria de Bulimia, mas cedo descobriram que não. É, definitivamente, uma doença raríssima. A inglesa Natalie "ingere" os alimentos necessários via tubo e o resto? Só pastilhas Tic-Tac!
8 - o homem que soluça há mais de um ano -
Manter uma conversa com este rapaz não deve ser tarefa fácil! Chris Sands, de apenas 24 anos, soluça a cada 2 segundos. E assim acontece há 15 meses! O rapaz, que sofre de 'refluxo ácido', será operado num futuro próximo. Um tubo ser-lhe-á colocado no estômago de maneira a monitorizar o nível de acidez. Já merece o coitado, que até a dormir soluça!
9 - a mulher que desmaia sempre que ri - Realmente não pode ter assim tanta piada! Kate Underwood, de apenas 20 anos, sofre de uma doença estranha, designada Cataplexia. Ou seja, a qualquer estímulo que implique uma emoção forte, lá se vai a miúda ao chão, desmaiada! Os músculos enfraquecem rapidamente, o que torna o desmaio inevitável! Excitação, raiva, medo, surpresa e até vergonha podem provocar o desmaio a esta rapariga. Esta coitada também sofre de Narcolepsia, ou seja, adormece sem mais nem menos... É caso para dizer: ahahahahah!
Thieves Like Us - Play Music [2008]

O trio Thieves Like Us nasceu em 2002, quando os seus membros se conheceram em Berlim. Dois suecos e um norte-americano que construiram uma amizade ao mesmo tempo que iam conhecendo uma cidade estrangeira, habituando-se a uma nova língua e cultura. Apreciadores de pop e rock, e encontrando apenas techno e electro, resolveram tentar a sorte como DJs. Misturando o velho krautrock com hip hop novo, passando por temas de David Bowie ou Iggy Pop e pelo catálogo da Factory (que inclui os New Order, cujo tema "Thieves Like Us" parece ter dado nome ao projecto), parecem não ter conquistado as noites em Berlim.
E foi por não gostarem da música dominante que resolveram começar uma banda. Com uma passagem temporária por Nova Iorque, foi em território francês que resolveram assentar. Gravado entre Berlim, Londres, Nova Iorque e Estocolmo, este "Play Music" - o disco de estreia - chegou às lojas no mês passado, depois de começarem a ver o seu nome divulgado, muito graças à inclusão do tema "Drugs in My Body" numa colectânea da editora Kitsune. A par das remisturas, estava criado o burburinho necessário.
Com muitas influências da década de 80, é um disco menos alegre e solto do que a sonoridade dos companheiros de saudosismo australianos. Serve de banda sonora não só para a festa, mas também para a ressaca depois dela.
Os Thieves Like Us actuam a 6 de Fevereiro no Plano B, inseridos no cartaz do Beat It.
a ouvir: Drugs In My Body, Fass ou An Easy Tonight
classificação: pa lamber
site | myspace
semelhante a: The Black Ghosts, Fujiya & Miyagi, Cut Copy, Midnight Juggernauts, The Whip
Thieves Like Us: Drugs in My Body
Já aqui se tinha avançado a presença de The Juan Maclean em dj set no Plano B. Ao que parece, a presença do norte-americano fará parte do Beat It - uma nova edição do festival que aqui ficou em rescaldo. Assim, e faltando ainda mais informações, Thieves Like Us, Phillips & Justamine, Mr Mitsuhirato e cntn fazem, também, parte do festival, que irá acontecer a 5 e 6 de Fevereiro.
Aqui, em vídeo, fica o tema-chave dos franceses Thieves Like Us - com a promessa que o álbum "Play Music", de 2008, irá marcar presença no posto de escuta mais logo.
last.fm do evento
terça-feira, 6 de Janeiro de 2009
Dancefloor 029 // Rewind2
O primeiro dancefloor do ano serve para vos apresentar a 2ª edição do projecto Rewind, dos espanhóis Buffetlibre.

O conceito é bastante simples: convidam um vasto conjunto de projectos musicais a revisitar temas do passado - da década de 70, 80 e 90. No caso dos produtores/DJs, para criarem uma nova roupagem dos temas; no caso das bandas, covers. Esta segunda edição conta com uns impressionantes 89 temas, todos eles disponíveis para download (gratuito e legal) a partir do site do projecto. Por lá, encontram, ainda, a explicação para cada uma das escolhas. A lista é longa, mas vale a pena perder algum tempo - pelo menos com parte deles. E nesta segunda edição, há participação portuguesa: do D.I.S.C.O.TEXAS Gun n Rose, com remistura dos 2 Unlimited.
Para vos facilitar um pouco a vida, e depois da autorização dada pelo projecto ao pa lamber, resumimos a vasta lista a 15 temas. Podem fazer download directo, basta clicarem com o botão direito sobre o nome de cada um e gravarem o ficheiro.
01. Amiina - Souvenir (OMD cover)
02. Melnyk - Running Up That Hill (feat. Sara Berg) (Kate Bush cover)
03. Project Jenny Project Jan - Self Control (Laura Branigan Cover)
04. We Have Band - West End Girls (Pet Shop Boys cover)
05. Starfucker - Girls Just Wanna Have Fun (Cindy Lauper cover)
06. Sportsday Megaphone - Ever Fallen In Love (Buzzcocks cover)
07. Man Like Me - Lets Talk About Sex (Salt-n-Pepa cover)
08. The Mocks - Enola Gay (OMD cover)
09. Canadians (feat. Cherielynn Westrich) - Neverending Story (Giorgio Moroder cover)
10. Diamond Cut - Teardrops (Woman & Womack cover)
11. Club84 - Sussudio (Phil Collins cover)
12. Heads We Dance - Computer Love (Kraftwerk cover)
13. Kraftwerk - Heimcomputer (Facteur vs Dubmood remix)
14. 2 Unlimited - Get Ready For This (Gun n Rose remix)
15. Little Boots - Love Kills (Buffetlibre VS Sidechains Remix) (Freddie Mercury cover)

Os Buffetlibre DJs têm, ainda, o projecto "Batidora" - dedicado às remisturas. Todo o material criado pode ser descarregado da mesma forma: gratuita e legal. Se quiserem criar as vossas próprias remisturas, podem lhes pedir o áudio já separado e pronto para a criatividade. Do conjunto à escolha constam nomes como: Cut Copy, Yelle, The Bravery, Dragonette, Walter Meego, Ladyhawke, Metronomy, Pop Levi, The Go! Team, Pacific!, Shitdisco, Das Pop, Tokyo Police Club, The Whip ou Infadels, entre muitos, muitos outros.
Além disso, várias são as mixtapes "Verbena" que se espalharam pela web, contando com a colaboração de nomes que vão desde os Simian Mobile Disco, Editors ou Midnight Juggernauts. Em cada noite que assumem os pratos, tentam criar a maior festa possível, recorrendo a uma combinação de música nova com hits das décadas de 70, 80 e 90.
No próximo dia 6 de Fevereiro, o Gare irá receber esta festa - para uma edição das novas Fat Frydays. No dia seguinte, o Mini Mercado (Lisboa) também os recebe. Marquem já nas vossas agendas e não falhem.

O conceito é bastante simples: convidam um vasto conjunto de projectos musicais a revisitar temas do passado - da década de 70, 80 e 90. No caso dos produtores/DJs, para criarem uma nova roupagem dos temas; no caso das bandas, covers. Esta segunda edição conta com uns impressionantes 89 temas, todos eles disponíveis para download (gratuito e legal) a partir do site do projecto. Por lá, encontram, ainda, a explicação para cada uma das escolhas. A lista é longa, mas vale a pena perder algum tempo - pelo menos com parte deles. E nesta segunda edição, há participação portuguesa: do D.I.S.C.O.TEXAS Gun n Rose, com remistura dos 2 Unlimited.
Para vos facilitar um pouco a vida, e depois da autorização dada pelo projecto ao pa lamber, resumimos a vasta lista a 15 temas. Podem fazer download directo, basta clicarem com o botão direito sobre o nome de cada um e gravarem o ficheiro.
01. Amiina - Souvenir (OMD cover)
02. Melnyk - Running Up That Hill (feat. Sara Berg) (Kate Bush cover)
03. Project Jenny Project Jan - Self Control (Laura Branigan Cover)
04. We Have Band - West End Girls (Pet Shop Boys cover)
05. Starfucker - Girls Just Wanna Have Fun (Cindy Lauper cover)
06. Sportsday Megaphone - Ever Fallen In Love (Buzzcocks cover)
07. Man Like Me - Lets Talk About Sex (Salt-n-Pepa cover)
08. The Mocks - Enola Gay (OMD cover)
09. Canadians (feat. Cherielynn Westrich) - Neverending Story (Giorgio Moroder cover)
10. Diamond Cut - Teardrops (Woman & Womack cover)
11. Club84 - Sussudio (Phil Collins cover)
12. Heads We Dance - Computer Love (Kraftwerk cover)
13. Kraftwerk - Heimcomputer (Facteur vs Dubmood remix)
14. 2 Unlimited - Get Ready For This (Gun n Rose remix)
15. Little Boots - Love Kills (Buffetlibre VS Sidechains Remix) (Freddie Mercury cover)

Os Buffetlibre DJs têm, ainda, o projecto "Batidora" - dedicado às remisturas. Todo o material criado pode ser descarregado da mesma forma: gratuita e legal. Se quiserem criar as vossas próprias remisturas, podem lhes pedir o áudio já separado e pronto para a criatividade. Do conjunto à escolha constam nomes como: Cut Copy, Yelle, The Bravery, Dragonette, Walter Meego, Ladyhawke, Metronomy, Pop Levi, The Go! Team, Pacific!, Shitdisco, Das Pop, Tokyo Police Club, The Whip ou Infadels, entre muitos, muitos outros.
Além disso, várias são as mixtapes "Verbena" que se espalharam pela web, contando com a colaboração de nomes que vão desde os Simian Mobile Disco, Editors ou Midnight Juggernauts. Em cada noite que assumem os pratos, tentam criar a maior festa possível, recorrendo a uma combinação de música nova com hits das décadas de 70, 80 e 90.
No próximo dia 6 de Fevereiro, o Gare irá receber esta festa - para uma edição das novas Fat Frydays. No dia seguinte, o Mini Mercado (Lisboa) também os recebe. Marquem já nas vossas agendas e não falhem.
segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009
Gang Gang Dance - Saint Dymphna [2008]

Os Gang Gang Dance são um colectivo norte-americano com sede em Brooklyn, berço de vários projectos mais experimentais dentro do indie rock nos últimos anos. Formados em 2001, começaram a desenvolver um quase culto dentro do lado underground em que a sua música se situa. Assente numa sonoridade excêntrica e avant-garde, o trabalho dos Gang Gang Dance sofre influências que vão desde a electrónica mais ambiente ao psicadelismo do rock, além de todos os elementos da world music.
Com este quarto trabalho (o nome é, apropriadamente, uma referência à santa dos deslocados), mostram maior presença electrónica, misturada com o noise/art rock. Numa altura em que cada vez existe uma maior necessidade de criar rótulos musicais, este é um daqueles discos que mostra que é na fusão e não nas etiquetas que o futuro da música está. Recordando 2008, este não podia mesmo ficar esquecido...
a ouvir: Bebey, First Communion ou House Jam
classificação: pa lamber [mas não por todas as línguas]
site | myspace
restante discografia:
2004 Revival of the Shittest
2004 Gang Gang Dance
2005 God's Money
domingo, 4 de Janeiro de 2009
The Juan Maclean: Give Me Every Little Thing
Quem também parece actuar no Plano B no próximo ano é o projecto The Juan Maclean, da DFA Records. Marcando este ano nas pistas como o seu tema "Happy House" (aqui apresentado no dancefloor a cargo de Rui Maia), devem actuar a 5 de Fevereiro no espaço da Invicta.
Actualização:
A data já se encontra confirmada no myspace, sendo apenas um dj set. No dia seguinte, há data marcada para o Lux, em Lisboa.
sexta-feira, 2 de Janeiro de 2009
Morgan Geist - Double Night Time [2008]
Enquanto nos preparamos para receber a música de 2009, nada como olhar para o ano passado e recuperar álguns trabalhos que ficaram de fora do posto de escuta. Álbuns que mereciam cá estar e, por um ou outro motivo, foram deixados de lado. Mas ainda não é desta que álbuns que fizeram parte das listas de melhores do ano de uma forma consensual aqui marcam presença (Fleet Floxes ou Glasvegas, por exemplo) - esses foram deixados de lado de forma consciente. Irei recuperar alguns discos, sem aparente fio condutor, em jeito de ganhar balanço para um ano que se espera fértil em música.

Para começar, disco de Morgan Geist - metade dos Metro Area - com a presença de uma voz familiar e admirada por estes lados: a de Jeremy Greenspan, dos Junior Boys. Morgan Geist tem as suas raízes no techno de Detroit, influenciado pelos sintetizadores de nomes como os Depeche Mode, New Order ou Devo. No final da década de 90, e já com editora própria, começa a lançar o seu trabalho, no disco "The Driving Memoirs". Em 1999, juntamente com o produtor Darshan Jesrani, inicia o projecto Metro Area. Sempre num território dançável, passou pelo house, techno ou italo disco, remisturando - também - temas de novos nomes do panorama dançável: Franz Ferdinand ou The Rapture.
Disco melancólico, nocturno, onde resolve explorar novos caminhos, num ano em que o new-disco passou a rótulo convencional.
a ouvir: Detroit, Nocebo, Most Of All ou Ruthless City
classificação: pa lamber
site | myspace
restante discografia (a solo):
1997 The Driving Memoirs
2004 Unclassics
semelhante a: Kelley Polar, Matthew Dear, Headman, Hercules and Love Affair, Thomas Fehlmann

Para começar, disco de Morgan Geist - metade dos Metro Area - com a presença de uma voz familiar e admirada por estes lados: a de Jeremy Greenspan, dos Junior Boys. Morgan Geist tem as suas raízes no techno de Detroit, influenciado pelos sintetizadores de nomes como os Depeche Mode, New Order ou Devo. No final da década de 90, e já com editora própria, começa a lançar o seu trabalho, no disco "The Driving Memoirs". Em 1999, juntamente com o produtor Darshan Jesrani, inicia o projecto Metro Area. Sempre num território dançável, passou pelo house, techno ou italo disco, remisturando - também - temas de novos nomes do panorama dançável: Franz Ferdinand ou The Rapture.
Disco melancólico, nocturno, onde resolve explorar novos caminhos, num ano em que o new-disco passou a rótulo convencional.
a ouvir: Detroit, Nocebo, Most Of All ou Ruthless City
classificação: pa lamber
site | myspace
restante discografia (a solo):
1997 The Driving Memoirs
2004 Unclassics
semelhante a: Kelley Polar, Matthew Dear, Headman, Hercules and Love Affair, Thomas Fehlmann
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