sexta-feira, 27 de Fevereiro de 2009

MSTRKRFT: Bounce



Os canadianos MSTRKRFT voltam a Portugal no próximo mês de Maio, para actuarem no Lux no dia 21. Na bagagem já virá "Fist of God", o novo disco com data de lançamento apontada para meados de Março.

evento @ last.fm

Flairs: Better Than Prince



Chegou há poucos dias às lojas "Sweat Symphony", disco de estreia do trio parisiense Flairs. O EP "Better than Prince", lançado no ano passado e produzido por Etienne de Crécy e Alex Gopher, apresentou a mistura de indie rock com electrónica, que se pode encontrar agora no primeiro longa-duração do projecto. A cargo da dupla Jonas & François ficou o vídeo de apresentação do single "Better than Prince" - a mesma dupla responsável pelo vídeo de "D.A.N.C.E", dos Justice.

Crystal Castles e The Ting Tings no Alive!09


Crystal Castles (na foto) e The Ting Tings são as mais recentes confirmações no cartaz do Alive!09, com actuações também confirmadas dos nomes já avançados: Erol Alkan e Los Campesinos.

Enquanto os Crystal Castles vêm defender o trabalho de estreia homónimo, os The Ting Tings vêm apresentar "We Started Nothing".

O palco secundário ganha, também, novo nome: Palco Super Bock.

Os bilhetes, já à venda, vão dos 50 (1 dia) aos 90€ (passe para os 3 dias) e o cartaz até ao momento é o seguinte:

9 de Julho
Metallica, Slipknot, Mastodon, Lamb of God
Erol Alkan, Crystal Castles

10 de Julho
Placebo
The Ting Tings

11 de Julho
Dave Matthews Band
Los Campesinos

quinta-feira, 26 de Fevereiro de 2009

alterações no posto de escuta

Depois de quase 400 álbuns (386) deixados aqui em posto de escuta com possibilidade de streaming integral (apenas condicionado a 30 segundos por tema quando os artistas/editoras obrigam o imeem a tal), de hoje em diante essa hipótese deixa de vos ser dada.

O serviço de upload passou recentemente a ser pago (e extremamente limitado) e, ainda que à conta associada ao pa lamber tenha sido oferecido um serviço vip - pelo elevado número de temas e pelos cliques - está cada vez mais a deixar de ser uma alternativa viável. Além disso, acredito que poucos leitores optem pelo streaming e não por adquirir o álbum (nos mais diferentes moldes, tal como não fomentamos a "ilegalidade", não cabe a nós condená-la).

Assim sendo, fica aqui a explicação para o desaparecimento do streaming em futuros postos de escuta. Sempre que for possível, será apresentado um single, em vídeo - até porque todos nós temos uma maior tendência a clicar no play com um vídeo. Desta forma, há maior possibilidadade do posto de escuta voltar a ter mais do que uma edição por semana, já que o tempo é muitas vezes condicionante e o upload e organização do conteúdo ocupava sempre muito tempo em cada post.

Todo o conteúdo prévio continuará à vossa disposição, no arquivo. Espero que compreendam, mas acredito que na verdade a mudança não afecte assim tanto quanto isso.

Los Campesinos no Alive!09


Os galeses Los Campesinos avançaram hoje no seu mypace e no site oficial a presença no Festival Alive (no primeiro a data é 9 de Julho, no segundo 11... resta agora desfazer a confusão). Na bagagem virá "Hold on Now, Youngster...", editado há um ano atrás.

A Everything Is New, em conferência de impresa marcada para as 12h, irá anunciar amanhã as primeiras confirmações do palco secundário, já - talvez - com os Los Campesinos entre os nomes.


Os bilhetes, já à venda, vão dos 50 (1 dia) aos 90€ (passe para os 3 dias) e o cartaz até ao momento é o seguinte:

9 de Julho
Metallica, Slipknot, Mastodon, Lamb of God
Erol Alkan

10 de Julho
Placebo

11 de Julho
Dave Matthews Band

quarta-feira, 25 de Fevereiro de 2009

Placebo no Alive!09


Depois de uma actuação infeliz no Creamfields, há dois anos, os Placebo são a mais recente confirmação no cartaz do Alive! 09, com data marcada para 10 de Julho. O concerto servirá de apresentação do novo álbum, a ser editado em Junho, já com nova formação do projecto.

Vacas que fazem furor



Não cheira mal mas provém da urina da vaca o sumo que está a fazer furor na Índia.
Gau Jal é o nome deste magnífico refrigerante produzido na cidade de Haridwar.

Caso o leitor não saiba, aquele povo, segundo se lê por aí, também usa o excremento da vaca para temperar a comida e para curar.

O mais assustador é que os produtores desta "limonada" (que tem um curto prazo de validade por enquanto) querem ir além fronteiras e exportar para o estrangeiro...
O paLamber agradece a amabilidade, mas prefere mandar para Jesus sem beijinho!

segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009

The Prodigy - Invaders Must Die


Chega hoje às lojas "Invaders Must Die", o quinto álbum de estúdio dos The Prodigy - e o primeiro lançado pela formação completa após "The Fat of the Land", de 1997. 17 anos depois da estreia em disco e com um estatuto sólido no panorama electrónico, os The Prodigy conseguiram criar um conjunto de seguidores diversificado: desde amantes de rock a techno, de industrial a música mais comercial, passando pelo drum and bass e breakbeat. Na verdade, a própria sonoridade é uma mistura de vários estilos, influências e abordagens.  A visibilidade do projecto foi crescendo muito graças às actuações ao vivo, onde Keith Flint - com uma postura incendiária - era o destaque. Crescendo sempre associados à rave scene, atingiram o sucesso comercial logo no primeiro álbum, com temas como "Your Love", "Out of Space" ou "Charly".

Liam Howlett é o prodígio a dar nome ao projecto, responsável por toda a maquinaria e direcção dos The Prodigy. Influenciado pelo movimento hip hop da década de 80, a par do acid house do início da década de 90, começou a produzir os seus próprios temas na transição dessas décadas. O seu EP de 1990 "What Evil Lurks" aterrou directamente na rave scene, onde Liam haveria de conhecer Keith Flint e Leeroy Thornhill - e estavam nascidos os The Prodigy.

"Experience", em 1992, tornar-se-ia um dos primeiros álbuns lançados por um projecto saído da rave scene, abrindo portas a todo um movimento. É nessa altura que Keeti Palmer (Maxim) se junta ao projecto, trazendo influências acentuadas de ragga/hip hop ao projecto. "No Good (Start the Dance)" abria apetite para "Music for the Jilted Generation", editado em 1995, álbum que juntou à sonoridade as guitarras. "Voodoo People" torna-se um dos hinos da música de dança e o álbum é nomeado para o Mercury Music Prize de 1994, a par dos Blur, Take That ou Pulp (os M People acabaram por o vencer). Foi nesta altura que as actuações ao vivo se tornaram sólidas, com concertos em grandes festivais (como a edição de 1995 do Glastonbury).

Em 1996 seria editado o single "Firestarter", com a banda constantemente em digressão. Nesta altura, já tinham rejeitado colaborações com U2, David Bowie ou Madonna, antes de lançarem "The Fat of the Land" - álbum de consagração. "Smack My Bitch Up" dispensa qualquer comentário, com "Breathe" a fazer o trio de ataque do álbum. O passo seguinte provou-se complicado de dar, sendo com o single "Baby's Got a Temper" que a tentativa é feita, em 2002. Em 2004, Liam convida Liam Gallagher, Kool Keith, Twista e Juliette Lewis para dar voz a "Always Outnumbered, Never Outgunned" - lançado sem Maxim e Keith Flint. O álbum esteve longe de cair nas graças da crítica, ainda que o single "Girls" se tenha tornado mais um dos hinos dos The Prodigy. Por tudo isto, a expectativa para este "Invaders Must Die" era grande.

Clientes habituais dos Festivais de Verão em Portugal (nos últimos quatro anos, deram quatro concertos: Super Bock Super Rock, Sudoeste, Creamfields e Marés Vivas), apresentaram no Marés Vivas do ano passado álguns temas novos. "Invaders Must Die", aqui apresentado em vídeo, foi o cartão de visita do trabalho, a que se somou o single "Omen" recentemente lançado.

"Invaders Must Die" não inova, mesmo com as presenças de David Grohl (Foo Fighters), Amanda Ghost e James Rushent (Does It Offend You, Yeah?). É um trabalho que poderia ter sido lançado há 10 anos atrás; no entanto, consegue não parecer datado - talvez por se terem deixado influenciar pelo movimento que eles próprios influenciaram: o new rave. No fundo, é uma soma de todos os elementos dos álbuns anteriores, para criar um disco desligado do universo da música de dança actual - e será esse facto a dividir as opiniões. Com quase 20 anos de carreira e uma nova etiqueta própria ("Take Me To The Hospital"), os The Prodigy não se reinventam. Contudo, quem já os viu ao vivo sabe que não é nos discos que o interesse de seguir o projecto está.

Sem grande admiração, um dos nomes a integrar (mais uma vez) o cartaz de um Festival de Verão por cá... desta vez, Alive?


a ouvir: Thunder, Take Me To The Hospital, World's On Fire ou Piranha

classificação: pa lamber


site | myspace


restante discografia original:

1992 Experience
1995 Music for the Jilted Generation
1997 The Fat of the Land
2004 Always Outnumbered, Never Outgunned



* a versão aqui apresentada contém 2 temas bónus

domingo, 22 de Fevereiro de 2009

25 cm é obra



Não, não é ilusão de óptica!
O indiano Radhakant Bajpai não corta os pêlos das orelhas há 40 anos e detém actualmente o recorde do mundo, com 25 cm de comprimento... (que orgulho!)

A população indiana acredita que dá sorte e ele lá se mantém firme e hirto na conquista de mais uns centímetros de pêlo...
O paLamber lamenta profundamente este acontecimento! É definitivamente pa Jesus sem beijinho!

sexta-feira, 20 de Fevereiro de 2009

cem mil

Eis que o pa lamber passa a marca das 100 mil visitas, na altura em que os preparativos para a festa do 2º aniversário começam a ser tomados. Para breve (muito em breve mesmo), prometemos mais novidades a esse respeito. E faremos de tudo para que seja uma noite memorável e verdadeiramente de festa.

Para já, o nosso obrigado a quem cá vem todos os dias, a quem nos lê através de feed, a quem a nós está linkado... e a todos aqueles que cá vêm parar por engano. É graças a todos vós que este projecto, que começou como brincadeira, não pára de crescer.

terça-feira, 17 de Fevereiro de 2009

Morrissey - Years of Refusal


Chega esta semana às lojas "Years of Refusal", o nono trabalho a solo de Morrissey. Sobre o ex-The Smiths já aqui se falou a propósito da edição do seu "Greatest Hits", há um ano atrás. Já muita tinta correu sobre a controversa capa do disco; o conteúdo, esse, pouco ou nada surpreende. Este "Years of Refusal" segue uma sonoridade pop/rock na linha do trabalho recente, não deixando de ser um bom disco.

O sarcasmo continua perpendicular às letras, os temas recorrentes (amor, vaidade, solidão) continuam todos lá. Produzido por Jerry Finn, falecido pouco depois da finalização do trabalho, é um disco apontado às ondas da rádio. Longe de "Viva Hate", "Your Arsenal" ou "Vauxhall and I", não deixa de ser um dos bons discos deste início de 2009. Este senhor desconhece o significado do verbo "falhar"...


a ouvir:
- Something Is Squeezing My Skull
- I'm Throwing My Arms Around Paris
- It's Not Your Birthday Anymore
- I'm OK By Myself

classificação: pa lamber


site | myspace


restante discografia original:

1988 Viva Hate
1991 Kill Uncle
1992 Your Arsenal
1994 Vauxhall and I
1995 Southpaw Grammar
1997 Maladjusted
2004 You Are the Quarry
2006 Ringleader Of The Tormentors


segunda-feira, 16 de Fevereiro de 2009

Could Be Underground


É já na próxima 6ª feira, 13 de Fevereiro, que o Bar do Bairro (Lisboa) recebe a "Could Be Underground" - uma noite a meias entre mim (com o alter-ego What DJ?) e o Kraak. A 6ª feira 13 não será sinónimo de nenhum tipo de azar, apenas de boa música. Se andarem por perto, apareçam e digam "olá".


Aqui ficam alguns links:

evento @ last.fm | bar do bairro @ google maps

sobre o Kraak: myspace | blog | dancefloor @ pa lamber



Actualização:
Aqui fica a setlist da noite da passada 6ª feira 13. As escolhas do Kraak a itálico, as minhas sem formatação:


TV On The Radio - Halfway Home
Interpol - Not Even Jail
Yeah Yeah Yeahs - Down Boy
Editors - All Sparks
The Mary Onettes - Lost
!!! (Chk Chk Chk) - Yadnus
LCD Soundsystem - Someone Great
Friendly Fires - Lovesick
Hot Chip - Over & Over
The Juan Maclean - Give Me Every Little Thing
Lo-Fi-Fnk - Wake Up
Does It Offend You, Yeah? - With A Heavy Heart (I Regret To Inform You)
Klaxons - Atlantis To Interzone

These New Puritans - Elvis
Digitalism - Pogo
Datarock - FA-FA-FA
Peaches - Boys Wanna Be Her
Ladyhawke - My Delirium
Infadels - Girl That Speaks No Words

White Rose Movement - Love Is A Number
Radio 4 - Party Crashers
The Presets - Talk Like That
Miami Horror - Don't Be On With Her
The Whip - Sister Siam
The Black Ghosts - Anyway You Choose To Give It (Extended Mix)
The Black Ghosts - Anyway You Choose To Give It (Fake Blood Mix)
Cut Copy - Nobody Lost, Nobody Found
Bloc Party - Two More Years
Arctic Monkeys - Teddy Picker
Tapes 'N Tapes - Hang Them All

Pixies - Debaser
The Strokes - Last Nite
Franz Ferdinand - No You Girls
Primal Scream - Miss Lucifer
Late Of The Pier - Heartbeat
autoKratz - Stay The Same

Underworld - Ring Road (autoKratz Left Hand Drive Remix)
The Chemical Brothers - Hey Boy Hey Girl
Dega Breaks - All Night (Tronik Youth Remix)
We Have Band - Oh
VHS Or Beta - Night On Fire (Cut Copy Remix)
Parts & Labor - Nowheres Nigh

Pulp - Disco 2000
Morrissey - Suedehead
Billy Idol - Rebel Yell
The Stills - Changes Are No Good

domingo, 15 de Fevereiro de 2009

Clashclub 14 de Fevereiro - rescaldo

Na segunda edição, o Clashclub comprova o sucesso do evento, ainda que com uma redução de público. Foi num Teatro Sá da Bandeira composto que datA e, sobretudo, Vicarious Bliss apresentaram um convite à dança.

em reportagem para o festivaispt
fotógrafo: Marco Eira // slideshow


Se a primeira edição teve em SebastiAn o nome forte, levando um vasto público à sala portuense, para esta segunda data o feito esteve quase a cargo de Mr Oizo - cuja presença foi cancelada há cerca de duas semanas, por motivos pessoais. Assim, a organização fez de Vicarious Bliss o nome mais forte da noite, cabendo a datA o destaque secundário - a par de DilemN.



datA
Já depois das 2h30, David assumiu os pratos. Com apenas 22 anos, datA tornou-se recentemente um dos novos valores do electro, com a participação de Sébastien Grainger (ex-vocalista dos Death From Above 1979) no seu EP "Rapture" a trazer uma combinação de electro com territórios mais rock. Apaixonado por sintetizadores e não virando costas ao universo pop, nas cerca de 2h de dj set que lhe estavam reservadas iria mostrar que ao electro/techno de temas de The Gossip, LCD Soundsystem, The Chemical Brothers, Vitalic, Digitalism, Dusty Kid ou Justice podia misturar perfeitamente o pop de Justin Timberlake, Lipps Inc. ou Donna Summer. Nem todo o público estaria de acordo com o lado mais "ligeiro" do dj set de datA, mas depois de remisturar Felix da Housecat, Benjamin Diamond, Danger, Chromeo e M83, este jovem francês revelou talento num set diversificado.



Vicarious Bliss
Manobra de sedução ou simpatia em estado puro, Vicarious Bliss arranca o seu set oferecendo "shots" aos membros do público que resolveram aceitar a oferta. Feita a introdução, o dj/produtor da Ed Banger iria arrancar ao som da remistura dos Soulwax para "Kids" (MGMT) um dj set em território electro e techno. Ainda assim, o rock de Rage Against The Machine e Joy Division iria marcar presença, em oposição às sonoridades electro dos companheiros de editora Busy P e SebastiAn.

Um dos nomes fortes e mais antigos dentro da Ed Banger, Vicarious Bliss desdobra-se entre a produção (incluíndo o último "Velocifero" dos Ladytron) e as remisturas (N*E*R*D, Mistery Jets), estando um álbum de estreia agendado para breve. Aos 40 anos e com um trabalho menos visível do que o dos colegas de editora, Vicarious Bliss levou à explosão geral com uma "Voodoo People" (The Prodigy) em território drum n' bass, depois de incentivar o público a uma espécie de "air guitar", mas em versão violino, durante a famosa pausa da remistura dos Soulwax para "Phantom Pt 2" dos Justice.



DilemN
Numa edição que misturou a sabedoria com os novos talentos, um jovem rapaz de Toulouse iria representar a segunda hipótese. DilemN apresentou-se em live act já muito perto das 6h, atrás de um portátil e controlador, mostrando todas as suas influências: que vão desde o universo electro ao techno, passando pelo breakbeat. Com a sua remistura de "Cowbois" (Shadow Dancer) e temas como "The Shaker", "Pitiless" ou "Cosmica", e editado já pela Boys Noize Records, é um dos nomes em ascensão dentro do vasto panorama electrónico oriundo de território francês.



O início de noite estaria a cargo do techno da dupla de irmãos portuenses Twin Turbo, que nos últimos meses têm visto o seu nome consolidado ao partilhar a mesa com nomes como Yuksek ou Dre Skull, com noites frequentes em espaços como o Plano B ou Passos Manuel - além da actuação na última edição do Festival Paredes de Coura. A área do bar esteve a cargo de Fulano 47 e Fusion.


A próxima edição (3 de Abril) conta já com a presença confirmada de D.I.M. e Don Rimini. O festivaispt está, ainda, em condições de avançar as presenças de Mr Oizo e The Proxy (16 de Maio) e Boys Noize (10 de Junho).

quinta-feira, 12 de Fevereiro de 2009

Simian Mobile Disco: Synthesise



Chama-se "Synthesise" e é a nova malha dos Simian Mobile Disco, chegada há poucas horas à web em forma de vídeo realizado por Kate Moross e Alex Sushon, baseado numa performance visual ao vivo. As influências do house da década de 90 são evidentes, confirmando o afastamento que o projecto tem vindo a tomar face ao electro de "Attack Decay Sustain Release" [aqui em posto de escuta].

A última passagem do projecto por solo nacional foi em formato dj set, no EcoUnderSky, no passado mês de Agosto.

terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009

Passos de Aerobica V



Segundo episódio (o primeiro está aqui) de 6 vídeos promocionais da próxima Passos de Aerobica - sábado, dia 14, no Passos Manuel. Todos os dias será publicado novo episódio, até à festa. Já sabem: apareçam!

Festa Passos de Aerobica
Sábado, 14 de Fevereiro de 2009
Os Yeah! + Nuno Lopes + Uma Naper + Aerobica Crew!
no Passos Manuel, junto ao Coliseu do Porto

www.myspace.com/aerobicaparty

Yuksek - Away From The Sea


Chegou há poucos dias às lojas "Away From The Sea", o disco de estreia do francês Yuksek - também conhecido por Pierre-Alexandre Busson ou uma das estrelas do universo electro. Com vários EPs e remisturas de temas alheios (M83, Tahiti 80, Das Pop, Teenage Bad Girl ou Van She), Yuksek estreia-se desta forma em formato álbum, ainda que parte dos temas sejam recuperações de material previamente editado.

Yuksek é adepto de um electro robusto de batidas distorcidas, com toques esporádicos de hip-hop, dotando a sua sonoridade de um cariz que consegue ser pop e agradar a um vasto público. Depois de produzir "Manual For Successful Rioting" dos Birdy Nam Nam [aqui em posto de escuta] e de passar recentemente pelo French Conspiracy, no Sá da Bandeira, "Away From The Sea" é fruto de várias colaborações: Chromeo, Shitdisco, Amanda Blank, Vicarious Bliss e The Bewitched.

Numa altura em que o electro maximal acusa um claro desgaste, as melhores faixas do disco acabam por ser as que dele se afastam e que apresentam novos argumentos face aos EPs, alguns já de 2006. Irregular, mas a conferir.


a ouvir: Tonight, Take A Ride, I Could Never Be A Dancer ou So Far Away From The Sea

classificação: pa lamber


site | myspace


semelhante a: Teenage Bad Girl, Digitalism, Boys Noize, Justice

segunda-feira, 9 de Fevereiro de 2009

Metronomy no Clubbing de Março


Depois de duas edições mais "estranhas", o Clubbing parece de volta ao rumo normal. A edição de Março já tem dia marcado e começa agora a formar-se o cartaz para o dia 14: Metronomy e os portuenses X-Wife, que com o terceiro disco conseguem subir ao palco do evento icónico da Invicta. Pelos dj sets, pode-se já esperar a presença dos Lovers & Lollypops Soundsystem.

Recorde-se que "Are You Ready for the Blackout?", o último álbum dos X-Wife aqui em posto de escuta, constou da lista de melhores álbuns do ano aqui, no pa lamber.

Fujiya & Miyagi de volta a Portugal


O trio inglês Fujiya & Miyagi volta a Portugal para apresentar "Lightbulbs" [aqui em posto de escuta], lançado no ano passado. A Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão avança no seu blog a presença do projecto a 24 de Abril, data ainda não confirmada no myspace dos ingleses - e, assim, falta a informação se a esta data se junta uma outra pelo nosso país.

sábado, 7 de Fevereiro de 2009

Thieves Like Us @ Beat It - o rescaldo

A segunda noite da "edição de Inverno" do Beat It, no Porto, serviu de estreia em Portugal aos Thieves Like Us. Numa noite de baixas temperaturas, a apatia foi a nota dominante durante o concerto do projecto no Plano B.

em reportagem para o festivaispt
fotógrafo: Marco Eira

Depois de uma primeira edição, enquanto festival "a sério" no Verão passado, no Pavilhão Rosa Mota [artigo aqui], o Plano B apostou numa segunda edição, à qual juntou o subtítulo "sessões de música electrónica". Na noite anterior, The Juan Maclean, em dj set, seria o prato forte, numa noite que oferecia, ainda, o dj set de CNTN. Para a noite de hoje, seria no projecto da editora Kitsuné Thieves Like Us que a aposta recaiu, somando-se os dj sets de Mr Mitsuhirato, Phillips & Justamine e Nite Xift.

Pouco depois da 1h30 da manhã, o público continuava disperso entre as diferentes salas do espaço portuense, enquanto na sala Palco se fazia ouvir o último álbum dos Fujiya & Miyagi, "Lightbulbs", como fazendo ponte para as influências do krautrock também presentes na sonoridade dos Thieves Like Us. Projecto nascido em 2002, quando os seus membros se conheceram em Berlim, e formados por dois suecos e um norte-americano, os Thieves Like Us nasceram para contrariar a sonoridade dominante na cidade: o techno e electro.

Apreciadores de pop e rock, resolveram tentar a sorte como DJs, misturando o velho krautrock com hip hop, recorrendo, ainda, a temas de David Bowie ou Iggy Pop e pelo catálogo da Factory (que inclui os New Order, cujo tema "Thieves Like Us" parece ter dado nome ao projecto), parecem não ter conquistado as noites em Berlim. Foi assim que resolveram começar uma banda. Com uma passagem temporária por Nova Iorque, foi em território francês que resolveram assentar - gravando o disco de estreia, "Play Music", entre Berlim, Londres, Nova Iorque e Estocolmo. E foi através da editora Kitsuné que o burburinho à volta do projecto começou a aparecer.


Logo pelo início do concerto, e também abertura do álbum, "Program Of The First Part" mostra que o saudosismo presente na sonoridade se distingue do universo pop de nomes australianos como os Cut Copy, sendo bem menos festivo. "Drugs In My Body" e "Fass", os temas mais conhecidos, são rapidamente apresentados, usando trunfos antes do tempo. Perante a apatia de uma sala bastante preenchida, afirmam que a próxima música "não é uma música para dançar" e faz-se ouvir a melancólica "An Easy Tonight". Uma rápida consulta ao alinhamento do álbum facilmente iria revelar que estava a ser reproduzido tal e qual em concerto (à excepção de "Lady").

Gastos os cartuchos, "Your Heart Feels", "Desire" ou "Headlong Into Night" já pouco conseguiram contrariar a apatia dominante entre a assistência, que pouco mais fazia do que bater o pézinho - quando o fazia. Parte do público desistiu a meio, os (muitos) resistentes ainda iriam ouvir "Sugar and Song" e uma pequena provocação do vocalista, que afirmou que a sala parecia uma Universidade. Ficou a faltar sentido para a afirmação de uma banda que provou uma evidente falta de fibra e que se revelou, também ela, apática em palco. Culpa do público ou da banda, a verdade é que foi um concerto desinteressante, especialmente por serem a principal atracção da noite.


Enquanto na sala Cubo, ao lado, Phillips & Justamine e Nite Xift percorriam vários territórios electrónicos - desde o electro ao disco, passando pelo house - na sala Palco Mr Mitsuhirato iria tomar conta dos pratos depois da actuação dos Thieves Like Us, passando por territórios mais indie e temas reconhecidos pelo diversificado público que ia compondo o espaço: desde Riot in Belgium a Cut Copy, de The Gossip a Justice.

A edição de Inverno fez justiça à Estação e esteve bem longe de elevar a temperatura.

Buffetlibre DJs @ Gare


aqui havíamos anunciado a noite, mas com o aproximar do tempo resolvemos avivar as memórias dos nossos leitores. Amanhã o Gare irá receber a primeira passagem dos espanhóis Buffetlibre DJs pelo nosso país, para mais uma edição de Fat Frydays. A eles, a quem foi dedicada uma edição anterior do dancefloor - onde podem encontrar mais informações sobre o projecto -, junta-se a presença dos portuenses Fritus Potatoes Suicide.

Até às 2h30 a entrada é livre, com bebidas a metade do preço. Será a 2ª noite do Beat It no Plano B (que irá merecer reportagem, aqui), mas ficam com mais um argumento de peso para passarem pelo Gare. Para todos aqueles a quem não for possível marcar presença, iremos tentar fazer um apanhado breve da noite.


// (muito) breve rescaldo

Já passava um bom pedaço das 4h da manhã e não eram muitas as pessoas no Gare, onde a dupla espanhola Buffetlibre DJs misturou temas do seu recente projecto "Rewind 2" com eurodance, hip hop old school e hinos do território electro e techno: não faltou Soulwax, Justice ou Vitalic.

Fritus Potatoes Suicide e Cpt. Luvlace faziam, também, parte do cartaz e fecharam a noite, por territórios mais aproximados do techno.

sexta-feira, 6 de Fevereiro de 2009

Alta Baixa de Fevereiro


Para quem ainda não tem planos para sábado e a quem os nomes no cartaz disserem algo, fica feita a sugestão.

É apenas a minha opinião pessoal, mas um evento que começou com força começa a andar em círculos sem sair do mesmo sítio...

quinta-feira, 5 de Fevereiro de 2009

Nick and Norah's Infinite Playlist




Quem não passou a sua adolescência a idolatrar bandas e a passar noites em concertos de garagem? Quem nunca gravou uma mixtape para a sua cara metade? Quem nunca teve de passar uma noite a "aturar" um amigo bêbedo? (e nós bem sabemos como isto nos assenta como uma luva!). E quem não sente que sem música a vida não faria qualquer sentido? Se responderam "eu não" a cada uma destas perguntas, este filme não é para vocês!

Leve e despretensioso, sem grande profundidade, Nick and Norah's Infinite Playlist é uma agradável viagem aos nossos anos de liceu, que vive sobretudo da sua excelente banda sonora... aqui fica o teaser!

1. Chris Bell - Speed of Sound
2. Devendra Banhart - Lover
3. Bishop Allen - Middle Management
4. Vampire Weekend - Ottoman
5. The Dead 60s - Riot Radio
6. Takka Takka - Fever
7. The Submarines - Xavia
8. We Are Scientists - After Hours
9. Band Of Horses - Our Swords
10. Army Navy - Silvery Sleds
11. Richard Hawley - Baby You're My Light
12. Shout Out Louds - Very Loud
13. Paul Tiernan - How To Say Goodbye
14. The Real Tuesday - Last Words
15. Mark Mothersbaugh - Nick & Norah's Theme

Para ver o trailer consultem http://www.sonypictures.com/movies/nickandnorah/

Bom filme!

POST Nº 1000

É com enorme orgulho que o paLamber chega ao seu post número 1000 (!!) no ano em que faz 2 anos de existência!
Desde a sua inauguração a 11 de Abril de 2007, o paLamber tem recebido cada vez mais a visita dedicada e fiel de leitores maravilhosos, que encontraram na nossa magazine digital um espaço onde podem consumir notícias e análises dos mais variados temas.

Nestes dois anos, o paLamber mudou o rosto algumas vezes sempre com o intuito de melhorar, por merecer tanta dedicação de vós!

Hoje, o nosso espaço tem colaborações (festivaispt), uma agenda recheada de eventos sempre actualizados, um posto de escuta reconhecido pela sua qualidade, uma secção inovadora e única que nos permite aproximar de cada leitor que gosta de música, revelando publicamente as suas preferências e ideias (Dancefloor), uma ferramenta que nos mostra as lambidelas mais populares, os fiéis leitores que nos seguem e que gostam de nos lamber... e quase 100 mil visitas (!!)
De facto, tudo boas razões para nos mantermos também dedicados aos nossos leitores!

Por tudo isto, o nosso sentido Obrigado aos nossos leitores por todo este tempo de dedicação!
Prometemos, muito para breve, mais novidades a vários níveis. Não se esqueçam que em Abril fazemos dois anos, por isso, preparem-se para uma boa notícia!
Mantenham-se atentos!

E até lá, boas lambidelas! :)

Nouvelle Vague @ São Mamede - o rescaldo

Os franceses Nouvelle Vague apresentaram-se esta noite em Guimarães, naquela que foi a primeira de cinco datas de uma mini-digressão pelo nosso país. Simpatia, humor e partilha num espectáculo em formato diferente: acústico.


em reportagem para o festivaispt
fotografia: Marco Eira


Apenas 3 meses depois de um concerto no Campo Pequeno, como forma de redenção pelo cancelamento da sua presença no Alive!08, os Nouvelle Vague agendaram uma mini-digressão em Portugal, toda ela em salas que normalmente passam ao lado do roteiro musical. A Guimarães irá juntar-se o Barreiro, Portalegre, Estarreja e Alcobaça, nos próximos dias. Como ingrediente novo, optaram por um registo acústico - despindo as suas covers que já por si despem os temas originais.

A fórmula dos franceses é simples - e, no entanto, claramente eficaz, a avaliar pelo muito público que os recebeu numa recentemente renovada sala vimaranense: o São Mamede, anteriormente cinema. Os clássicos do punk e new wave acabam transformados em bossa nova, a que já vários vocalistas deram voz. Marc Collin e Olivier Libaux são o motor do projecto, que já lançou a carreira de Anaïs Croze, Camille Dalmais, Phoebe Killdeer, Mélanie Pain ou Marina - todas elas anteriores vocalistas no projecto. Para esta noite, Mélanie Pain e Gérald Toto seriam as duas vozes a embalar o público.


Seria Gérald Toto o primeiro a subir ao palco; só ele e a sua guitarra. Presença simpática e divertida, começou por ser recebido com estranheza face à sua alegria constante. No entanto, e à medida que a noite foi passando, mostrou ser ele a nova figura de destaque no projecto, face a uma Mélanie Pain discreta e delicada. Gérald, naquilo que se assemelhou a uma primeira parte, apresentou alguns temas a solo, que farão parte do álbum a ser editado na Primavera. Sonoridade com várias influências, onde as suas raízes (Caraíbas) são facilmente detectáveis.


Marc Collin (nas teclas) e Olivier Libaux (na guitarra) não demoraram muito a subir ao palco, a quem se juntou a descalça Mélanie Pain, com um vestido preto a acentuar a sua postura sensual e delicada. Às velas acesas na frente de palco, iriam se juntar projecções com excertos de musicais bem coloridos, essecialmente da década de 60 - década que percorre todo o projecto, desde o movimento cinematográfico que lhe dá o nome às raízes das músicas que reinterpretam. Os jogos de luz seriam poucos, a ajudar no carácter "despido" de todo o concerto.

"Killing Moon", dos Echo & the Bunnymen - cujo vocalista colabora no terceiro disco de originais, a ser editado ainda este ano - abre, entre múrmurios, um concerto que iria começar a embalar o público, de uma forma literal. "A Forest" chegaria antes de Mélanie perguntar ao público "have you ever fallen in love with someone / you shouldn't have fallen in love with?" - e afirmar, entre o sussuro e o suspiro, que ela própria já o tinha feito. O concerto rapidamente adquiriu um lado intimista e descomplexado, muito graças à prestação dos dois vocalistas.


"Don't Go" e "Blue Monday" mostraram a letra debaixo da língua do público, letra que nem sempre esteve na língua de Gérald - que substituiu parte de "Guns of Brixton" por um "esqueci a letra" descomplexado. O à-vontade que se fazia sentir perdoava todas as falhas. "Too Drunk To Fuck" é apresentado com um apelo à dança, com os gritos colectivos a serem pedidos durante o tema. Com o público solto, menos tímido e mais confortável, mostram um dos temas que deverá fazer parte do novo trabalho: "God Save The Queen", o hino dos Sex Pistols.

"Heart of Glass" e "Sweet Dreams" redireccionariam atenções para a pop da década de 80, antes de apresentarem "Master & Servant" - tema também ele novo, do projecto com que irão partilhar o palco na próxima edição do Super Bock Super Rock Porto: os Depeche Mode.

Se Gérald se mostrava simpático e divertido, Mélanie apostava na sensualidade e movimentos teatrais, aliados ao toque adocicado da sua voz. Em "Dance With Me" iria mesmo imitar os movimentos de uma bailarina de uma qualquer caixa de música esquecida. "Love Will Tear Us Apart" seria a primeira ameaça de final de concerto, tendo sido cantado a meias entre público e palco. Ou não fosse este um dos maiores sucessos do projecto francês - e também tema-chave para toda uma geração, geração essa a constituir a maior parte do público presente. Público muitas vezes abraçado e em par, a deixar no ar uma celebração antecipada do dia de S. Valentim.

No encore, o primeiro de dois, seria apresentado mais um tema novo. Mélanie, para se certificar que a letra não lhe fugia da língua, pousa a cábula à sua frente, bem ao lado do copo de whisky, antes de revisitar os Violent Femmes. "Blister In The Sun" chegaria em modo de celebração, antes de "Just Can't Get Enough" e "This Is Not a Love Song".


Ânimos ainda não satisfeitos, foi pedido um outro regresso do projecto ao palco, para segundo encore. Gérald, de novo sózinho com a sua guitarra, iria revisitar os Frankie Goes To Hollywood numa "Relax" inicialmente interrompida por uma voz feminina entre o público, que o desconcentrou. Dono de uma enorme simpatia, Gérald foi responsável constante por sorrisos tanto no palco como fora dele. Para a derradeira despedida, uma ainda mais despida "In a Manner of Speaking" fecharia de uma forma doce e melancólica um concerto que começou como tinha sido iniciado: em forma de sussurro.


Killing Moon
A Forest
Ever Fallen in Love
Don't Go
Blue Monday
Human Fly
Guns of Brixton
Too Drunk To Fuck
God Save The Queen
Heart of Glass
Sweet Dreams
Master & Servant
Dance With Me
Teenage Kicks
Israel
Love Will Tear Us Apart

Encore 1:
Blister In The Sun
Just Can't Get Enough
This Is Not a Love Song

Encore 2:
Relax
In a Manner of Speaking

quarta-feira, 4 de Fevereiro de 2009

Lei que prevê diploma para DJs

Há uma proposta de lei a decorrer no Brasil que pretende impor algumas "regras" sobre a "profissão" de DJ. O que é certo, é que muitos DJs estão confusos: se gostam ou não da lei.

A lei prevê que esse profissional esteja registado no que eles chamam de "Delegacia Regional do Trabalho" (aqui deve ser IEFP eh eh) e que tenham curso profissionalizante de DJ reconhecido pelo Ministério da Educação (!) para poderem passar música!

Outro ponto da proposta de lei tem a ver com a visita de algum DJ estrangeiro ao País: se isto acontecer, os organizadores têm de garantir que 70% dos DJs daquele evento são nacionais! (claramente uma forte aposta nos talentos locais!)

A proposta de lei está ainda para ser discutida em plenário, mas o leitor, se quiser, pode já ler neste link (PDF).

Se isto chegar a Portugal, adequado ao nosso sistema, será que é aprovada?
A ASAE espera que sim!

segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009

Só para alguns...

Erol Alkan no Alive!09


Erol Alkan é o primeiro nome avançado para a edição deste ano do Alive, em Oeiras. Segundo avança o festivaispt e se encontra disponível no site e no myspace do dj/produtor, será uma das presenças electrónicas do primeiro dia de festival: 9 de Julho.

especial Alive!09 @ festivaispt