Três décadas de carreira não abrandam a juventude sónica. Num Coliseu do Porto a desafiar a lotação máxima, os Sonic Youth brindaram o público com uma actuação memorável.
reportagem FestivaisPT
fotógrafo: Marco Eira
Os Sonic Youth nasceram no início da década de 80 em Nova Iorque, associados ao movimento No Wave. Procurando a desconstrução de todas as regras do rock, redefiniram o papel da guitarra e durante essa década deram aos indie rockers três álbuns essenciais: "EVOL", "Sister" e "Daydream Nation".
Deambulando entre o mainstream - que nunca atingiram verdadeiramente - e o underground, chegaram ao patamar de "banda de culto" e é com naturalidade que aparecem nas influências de grande parte dos projectos das últimas 3 décadas. Num trajecto ascendente, aproveitaram o grunge dos anos 90 para alimentar ondas de rádio mais alternativas e já no novo milénio apresentam uma mão cheia de discos que comprovam a vitalidade do projecto.
"The Eternal", o décimo sexto álbum de originais, foi o pretexto para a dupla passagem por Portugal. Logo no arranque do concerto e em cima das 22h, "No Way" iria serenar um Coliseu em ovação perante o vulto do quinteto em palco. "Sacred Trickster" e "Calming the Snake" deixariam claro o destaque da noite: o mais recente "The Eternal", num alinhamento a viver no presente.
Thurston Moore, Kim Gordon, Lee Ranaldo e Mark Ibold na frente de palco e Steve Shelley na bateria dividiriam atenções com luzes estroboscópicas, painéis iluminados e poucos mais acessórios para lá do essencial: a música. Com "Malibu Gas Station", "What We Know", "Antenna", "Leaky Lifeboat", "Walkin Blue" e "Poison Arrow", o mais recente "The Eternal" seria passado a pente fino antes do duplo encore.
Já com 90 minutos de actuação e olhando para a discografia mais madura, "'Cross the Breeze" e "Death Valley 69" seriam dois pontos altos no derradeiro final do concerto, com um Coliseu rendido - e por extensos momentos em transe - aos Sonic Youth, numa noite de celebração do rock n' roll a ousar dispensar os clássicos.
Na primeira parte, com a plateia a meio gás, esteve Manuel Mota.
Apr 24, 2010
Apr 18, 2010
setlist / 17 de Abril
Aqui ficam as escolhas da noite que serviu de pretexto ao 3º aniversário do blog, no Social Lounge do Villa Community. Metade dos apontamentos devem estar a esta hora no lixo, por isso parte do alinhamento fica apenas por ordem alfabética.
Os convidados internacionais ficaram retidos em Paris, graças aos acontecimentos dos últimos dias, mas ainda assim a noite foi verdadeiramente festiva.
Shy Child - Liquid Love
The Whip - Sister Siam
Cut Copy - Out There on the Ice
Dragonette vs Corona - I Get Rhythm Around the Night
Duran Duran - I Don't Want Your Love
Fenech-Soler - Stop and Stare
Fischerspooner - The Best Revenge
Friendly Fires - Lovesick
Fujiya & Miyagi - In one Ear & Out the Other
The Golden Filter - Hide Me
Gorillaz - Stylo (Alex Metric Remix)
Hall & Oates - Maneater
Hot Chip - We Have Love
Hot Chip - Over and Over
The Killers vs La Roux - Smile Like You're Bulletproof
Klaxons - Atlantis to Interzone
Ladytron - Seventeen
Laura Branigan - Self Control
Miami Horror - Sometimes
Michael Sembello - She's A Maniac
Miike Snow - Cult Logic
Pnau - Embrace
Talking Heads - Girlfriend Is Better (Bit Funk Edit)
The XX - Crystalised (Rory Phillips Mix)
Death From Above 1979 - Sexy Results
Placebo - Bruise Pristine
X-Wife -Turn It Up
White Rose Movement - Testcard Girl
Fenech-Soler - Lies
The Fashion - Like Knives
The Whip - Trash
Yeah Yeah Yeahs - Cheated Hearts (Peaches Remix)
Crystal Castles - Courtship Dating
autoKratz - Always More
The Chemical Brothers - Do It Again (feat. Ali Love)
Yuksek - Supermenz (We're Not)
Shinichi Osawa - Push (Alex Gopher Remix)
La Roux - Quicksand (autoKratz Drags to Riches Remix)
Felix da Housecat - Money Success Fame Glamour
Hard Ton - Selfish
Samantha Fu - Theme From Discotheque
Larry Tee - The Noughties
Soulwax - E-Talking (Tiga's Disco Drama Remix)
Kid Sister - Fresh (Alex Gopher Remix)
Genesis vs Rex The Dog - I Can't Circulate
Kid Sister - Right Hand Hi (Riton Vocal Rub)
Kap Bambino - Dead Lazers (Birdy Nam Nam Remix)
What DJ? no facebook / no myspace
Apr 13, 2010
Blood Red Shoes na Casa da Música
A dupla britânica Blood Red Shoes apresentou esta noite no Porto o novo "Fire Like This", numa Casa da Música bem composta.
reportagem FestivaisPT
fotógrafo: Marco Eira
São jovens mas mostram segurança em palco, são apenas dois mas não há espaço por preencher. Os Blood Red Shoes nasceram há cinco anos, com o fim dos anteriores projectos (Cat on Form e Lady Muck), e logo com o EP "Victory for the Magpie" cativaram crítica especializada e público. As actuações ao vivo criaram o burburinho necessário e a Internet levou rapidamente o projecto além-fronteiras e desde então o caminho tem sido ascendente.
Mas seria preciso esperar pela Primavera de 2008 para que o disco de estreia de Steven Ansell e Laura-Mary Carter chegasse às lojas. "Box of Secrets" trouxe-os ao nosso país por duas vezes: Santiago Alquimista (sala a que na noite passada voltaram) e Festival Paredes de Coura, na última edição. Entretanto a base de seguidores nacional expandiu-se e o pretexto para esta dupla passagem por palcos portugueses era outra: "Fire Like This", o novo álbum.
A sonoridade, essa, é a mesma e foi do meio do público, antes dos Blood Red Shoes arrancarem "Light it Up", que a manifestação sonora resumiu o espírito: "rock and roll". O jogo entre a bateria de Steven e a guitarra de Laura-Mary - e respectivas vozes - é tenso, com as canções a retirarem daí proveito. Mas se é do rock alternativo da década de 90 que revelam influências, não pairam fantasmas sobre a cabeça destes dois jovens.
Logo ao primeiro tema, arrancam palmas a marcar o compasso: "It's Getting Boring By the Sea", no início de uma actuação com 60 minutos exactos, dividida entre os dois trabalhos do duo. Tímida por detrás da franja que lhe esconde o rosto mas não a voz, Laura-Mary é o centro do palco e dos olhares, ainda que o papel de anfitrião pertença de uma forma mais natural ao baterista.
Já com um sólido conjunto de canções entre o repertório, seria com "I Wish I Was Someone Better", "This Is Not for You" ou "Say Something, Say Anything" que na frente de palco o público mais jovem teria hipótese de extravasar o estado de espírito, enquanto em "When We Wake" o ritmo deteve-se na contemplação. E foi a uma actuação bem construída e equilibrada que "Heartsink" ameaçou colocar um ponto final.
Já em encore, "Doesn't Matter Much" e "Count Me Out" fariam a ponte com o final da actuação: "Colours Fade" - o single de apresentação do mais recente disco -, a servir de resumo perfeito de um concerto eficaz.
Alinhamento:
It's Getting Boring By the Sea
It Is Happening Again
I Wish I Was Someone Better
Light it Up
You Bring Me Down
When We Wake
Keeping it Close
This Is Not for You
Don't Ask
Say Something, Say Anything
Heartsink
--
Doesn't Matter Much
Count Me Out
Colours Fade
De volta ao palco que partilharam com os The Faint, na primeira parte e já com muito público na Sala 2 da Casa da Música, estiveram os portuenses Sizo.
reportagem FestivaisPT
fotógrafo: Marco Eira
São jovens mas mostram segurança em palco, são apenas dois mas não há espaço por preencher. Os Blood Red Shoes nasceram há cinco anos, com o fim dos anteriores projectos (Cat on Form e Lady Muck), e logo com o EP "Victory for the Magpie" cativaram crítica especializada e público. As actuações ao vivo criaram o burburinho necessário e a Internet levou rapidamente o projecto além-fronteiras e desde então o caminho tem sido ascendente.
Mas seria preciso esperar pela Primavera de 2008 para que o disco de estreia de Steven Ansell e Laura-Mary Carter chegasse às lojas. "Box of Secrets" trouxe-os ao nosso país por duas vezes: Santiago Alquimista (sala a que na noite passada voltaram) e Festival Paredes de Coura, na última edição. Entretanto a base de seguidores nacional expandiu-se e o pretexto para esta dupla passagem por palcos portugueses era outra: "Fire Like This", o novo álbum.
A sonoridade, essa, é a mesma e foi do meio do público, antes dos Blood Red Shoes arrancarem "Light it Up", que a manifestação sonora resumiu o espírito: "rock and roll". O jogo entre a bateria de Steven e a guitarra de Laura-Mary - e respectivas vozes - é tenso, com as canções a retirarem daí proveito. Mas se é do rock alternativo da década de 90 que revelam influências, não pairam fantasmas sobre a cabeça destes dois jovens.
Logo ao primeiro tema, arrancam palmas a marcar o compasso: "It's Getting Boring By the Sea", no início de uma actuação com 60 minutos exactos, dividida entre os dois trabalhos do duo. Tímida por detrás da franja que lhe esconde o rosto mas não a voz, Laura-Mary é o centro do palco e dos olhares, ainda que o papel de anfitrião pertença de uma forma mais natural ao baterista.
Já com um sólido conjunto de canções entre o repertório, seria com "I Wish I Was Someone Better", "This Is Not for You" ou "Say Something, Say Anything" que na frente de palco o público mais jovem teria hipótese de extravasar o estado de espírito, enquanto em "When We Wake" o ritmo deteve-se na contemplação. E foi a uma actuação bem construída e equilibrada que "Heartsink" ameaçou colocar um ponto final.
Já em encore, "Doesn't Matter Much" e "Count Me Out" fariam a ponte com o final da actuação: "Colours Fade" - o single de apresentação do mais recente disco -, a servir de resumo perfeito de um concerto eficaz.
Alinhamento:
It's Getting Boring By the Sea
It Is Happening Again
I Wish I Was Someone Better
Light it Up
You Bring Me Down
When We Wake
Keeping it Close
This Is Not for You
Don't Ask
Say Something, Say Anything
Heartsink
--
Doesn't Matter Much
Count Me Out
Colours Fade
De volta ao palco que partilharam com os The Faint, na primeira parte e já com muito público na Sala 2 da Casa da Música, estiveram os portuenses Sizo.
Apr 11, 2010
Club 447 Deluxe 2
Segunda edição do Club 447 Deluxe volta a recuperar a década de 90, num Teatro Sá da Bandeira transformado em pista de dança lotada.
reportagem FestivaisPT
Após o sucesso da primeira edição, em Dezembro passado, o evento que recupera o espírito do mítico Cais 447 voltou esta noite a deixar o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, repleto de público que não falta à chamada. Se os valores de Dezembro apontam para mais de 2000 pessoas, os desta noite não devem ter ficado muito distantes dessa fasquia.
O cancelamento com pouca antecedência da actuação dos Technotronic em formato live (por impossibilidade da vocalista) não afectou a resposta do público, compensado com a presença de Robin S. e os seus hits à escala global.
TECHNOTRONIC
Reduzido apenas à presença do DJ/MC Thomas De Quincey, o projecto belga levou também ao palco o que se pretendia imperativo na pista: a dança. Em breakdance ou num registo mais próximo dos animadores da club scene habitual, os vários bailarinos - em conjugação com o 'tríptico' de telas com visuais a gravar na retina a imagem da década de 90 - conseguiram compensar um dj set mais morno do que a temperatura desejada entre quem queria fazer a festa.
Ao longo de cerca de 1h de actuação, vários seriam, ainda assim, os momentos a arrancar reacções sonoras em todo o Teatro: "Rhythm Is a Dancer" ou "The Power" (Snap!, que em Maio voltam ao nosso país para actuar na estreia do evento em Lisboa), "Everybody's Free (To Feel Good)" (Rozalla) ou "Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)" (C+C Music Factory).
"Get Up" seria o primeiro hit dos Technonotric recuperado esta noite, com a incontornável "Pump Up the Jam" deixada para a recta final, já num palco sem a presença de Thomas De Quincey. A redução a dj set da presença dos Technotronic não terá sido alheia à prestação abaixo da fasquia colocada, mas a palavra "festa" nunca se afastou muito do Sá da Bandeira.
ROBIN S.
Com alguns minutos de atraso face ao anunciado, a nova-iorquina Robin Stone não poupou trunfos e arrancou logo a sua actuação com o hit "Luv 4 Luv". Com o house de sabor intenso à década mais descomplexada da música de dança como pano de fundo, é com a sua prestação vocal que Robin S. afasta os já quase 50 anos do palco e consegue surpreender.
Presença simpática, aquela que é considerada uma das "divas do house" faz justiça à soul e é com uma alma bem vincada que logo ao terceiro tema apresenta o seu single de estreia, tema que entre 1993 e 94 reclamaria tabelas de venda, airplay e muitas horas de dança nos clubes dos quatro cantos do mundo: "Show Me Love".
Señor Pelota, Dee:na, Freddy, Fulano47, Sininho e Let There Be Rock complementaram a oferta deste segundo Club 447 Deluxe, entre a área principal do Teatro Sá da Bandeira e uma segunda, no Salão de Jogos.
reportagem FestivaisPT
Após o sucesso da primeira edição, em Dezembro passado, o evento que recupera o espírito do mítico Cais 447 voltou esta noite a deixar o Teatro Sá da Bandeira, no Porto, repleto de público que não falta à chamada. Se os valores de Dezembro apontam para mais de 2000 pessoas, os desta noite não devem ter ficado muito distantes dessa fasquia.
O cancelamento com pouca antecedência da actuação dos Technotronic em formato live (por impossibilidade da vocalista) não afectou a resposta do público, compensado com a presença de Robin S. e os seus hits à escala global.
TECHNOTRONIC
Reduzido apenas à presença do DJ/MC Thomas De Quincey, o projecto belga levou também ao palco o que se pretendia imperativo na pista: a dança. Em breakdance ou num registo mais próximo dos animadores da club scene habitual, os vários bailarinos - em conjugação com o 'tríptico' de telas com visuais a gravar na retina a imagem da década de 90 - conseguiram compensar um dj set mais morno do que a temperatura desejada entre quem queria fazer a festa.
Ao longo de cerca de 1h de actuação, vários seriam, ainda assim, os momentos a arrancar reacções sonoras em todo o Teatro: "Rhythm Is a Dancer" ou "The Power" (Snap!, que em Maio voltam ao nosso país para actuar na estreia do evento em Lisboa), "Everybody's Free (To Feel Good)" (Rozalla) ou "Gonna Make You Sweat (Everybody Dance Now)" (C+C Music Factory).
"Get Up" seria o primeiro hit dos Technonotric recuperado esta noite, com a incontornável "Pump Up the Jam" deixada para a recta final, já num palco sem a presença de Thomas De Quincey. A redução a dj set da presença dos Technotronic não terá sido alheia à prestação abaixo da fasquia colocada, mas a palavra "festa" nunca se afastou muito do Sá da Bandeira.
ROBIN S.
Com alguns minutos de atraso face ao anunciado, a nova-iorquina Robin Stone não poupou trunfos e arrancou logo a sua actuação com o hit "Luv 4 Luv". Com o house de sabor intenso à década mais descomplexada da música de dança como pano de fundo, é com a sua prestação vocal que Robin S. afasta os já quase 50 anos do palco e consegue surpreender.
Presença simpática, aquela que é considerada uma das "divas do house" faz justiça à soul e é com uma alma bem vincada que logo ao terceiro tema apresenta o seu single de estreia, tema que entre 1993 e 94 reclamaria tabelas de venda, airplay e muitas horas de dança nos clubes dos quatro cantos do mundo: "Show Me Love".
Señor Pelota, Dee:na, Freddy, Fulano47, Sininho e Let There Be Rock complementaram a oferta deste segundo Club 447 Deluxe, entre a área principal do Teatro Sá da Bandeira e uma segunda, no Salão de Jogos.
Apr 5, 2010
Rubix // Vruchtvlees Mixtape 7
Já há umas largas semanas que o dancefloor não conta com convidados e hoje resolvi interromper esse período. Rubix é um DJ/produtor holandês que se dedica a um cruzamento entre o discohouse e o electro, sem estancar géneros.
"Baiser Sur La Disco" foi o tema que o apresentou de uma forma mais visível às pistas de dança. Depois de ter resolvido enviar ao pa lamber! a sua mixtape número 7, só a podíamos partilhar convosco.
1. Pino D'Angiò - Ma Quale Idea
2. Kavinksy - Nightcall (Breakbot Remix)
4. Qdup foundation - renegades revenge
4. Crydajam - Playground
5. Gramophonedzie - Streetlady
6. Louis La Roche - Get On Down
7. 6th Borough Project - Planets (The Revenge Lost Groove - Roboot & Dorian Paic Re-Edit)
8. Locksmith - unlock the funk
9. Duck Sauce - The Motion
11. Don Diablo - Who's Your Daddy (Rubix Remix)
12. Arabesque - In the Heat Of A Disco Night (Rubix I like it like Fakeblood edit)
14. Yolanda be cool & Dcup - We No Speak Americano (Rubix Beat Fix)
15. Riva Starr - Dance Me
16. Homework - Fissa Tune
19. Crookers - Gypsy P
20. L-Vis 1990 - United Groove (MJ Cole Remix)
21. Congorock - Babylon
22. All Leather - I Don't Hate Fags, God Does (His Majesty Andre Screams Louder Now Remix)
23. Gary's Gang - Do It At The Disco (Rubix from Disco To Dubstep edit)
24. Datsik- Havoc
25. Deadmau5 & Kaskade - I Remember (Caspa Remix)
27. La Roux - In For The Kill (Skream's Let's Get Ravey Mix)
Monarchy: The Phoenix Alive

Depois de "Gold in the Fire" e "Black, the Colour of My Heart", o mistério em redor da dupla britânica Monarchy esvanece-se aos poucos. "The Phoenix Alive" é o single de estreia do projecto, com data de lançamento apontada para o dia 19 deste mês (estando, também, incluído na mais recente compilação da Kitsuné). Este é o vídeo, bem fresquinho:
Apr 1, 2010
3º aniversário
Aqui está o flyer do Circuit #0, evento multidisciplinar a cargo da Villa Community que promete agitar o Porto no próximo dia 17 de Abril. Recordo que estarei, enquanto What DJ?, na Red Room numa sessão de mete-discos (nada de dj set) em jeito de celebração do 3º aniversário do pa lamber!.
Irei dividir a sala vermelha com a dupla The Boys Who?, enquanto João Dinis se instala no Social Lounge. A pista principal irá receber a dupla Ge:ek e os convidados internacionais do evento: Make the Girl Dance e The Toxic Avenger.
Resta informar que a entrada custa 10€, com oferta de 2 senhas de bebidas. Num evento dedicado à figura de Tim Burton, quem aceitar o convite de interpretar uma das personagens saídas da imaginação do norte-americano tem direito a duas senhas extra, num total de 4 (ou seja, similar a 10€ consumíveis).
Estão todos convidados, 17 de Abril é dia de festa.
What DJ? no facebook / no myspace
The Gossip: Pop Goes the World

"Music For Men" continua a dar frutos e "Pop Goes the World" é o novo single a merecer destaque. De recordar que os Gossip actuam a 9 de Julho no palco secundário do Alive. Fiquem com o vídeo, que recupera a década de 80:
We Are Wolves: Blue

Retirado do terceiro disco dos We Are Wolves, "Blue" é o novo single a promover "Invisible Violence". O projecto nunca encontrou por cá um sucesso significativo, mas neste canto da blogosfera continua a merecer destaque. Fiquem com o vídeo, realizado por Ian Cameron e Alexander Ortiz:
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