Depois de uma primeira edição com óptimo ambiente, espera-se que na próxima a pista fique também bem mais preenchida ao som da melhor música de dança actual. A 23 de Outubro, no Triplex, ELECTRO JUNKIE é o convidado da Diskette #2.
Aqui fica o vídeo promocional:
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DISKETTE | What DJ? | Mister Teaser | Electro Junkie
Sep 27, 2010
Sep 24, 2010
amanhã: DISKETTE #1
É já amanhã que o Triplex (Porto) recebe a estreia das DISKETTE. Na primeira destas novas noites periódicas, DIDS junta-se ao meu alter-ego WHAT DJ? e a MISTER TEASER para uma maratona em território discohouse.
Aqui fica o vídeo promocional:
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DISKETTE | What DJ? | Mister Teaser | Dids
Sep 19, 2010
Clash Club - 18 de Setembro
No regresso pós-férias à cidade do Porto, o Clash Club tomou de assalto a sala 1 do novo Hard Club. Houratron e Cyberpunkers dividiram a noite com muito suor e temperatura elevada, sempre com o território mais maximal do electro bem vincado ao longo da madrugada.
reportagem FestivaisPT
fotógrafo: Marco Eira
Passou para a outra margem do Douro e perdeu o lado mítico, mas o Hard Club abriu finalmente as suas portas este fim-de-semana. Situado num edifício amplo, outrora com funções de mercado (Ferreira Borges), é o mais recente projecto cultural de larga envergadura a nascer no Porto. Várias são as áreas que o espaço reune, mas seria na sala 1 que o Clash Club se instalaria esta noite. Contudo, a lotação no limite – cerca de mil pessoas – e a falta de ar condicionado (alegamente avariado durante a noite de ontem, a primeira de funcionamento público) iriam condicionar em parte uma noite em que o público, ainda assim, se deixou levar ao rubro.
ELECTRO DOMESTIC
A abertura de noite esteve a cargo do projecto minhoto Electro Domestic, ainda que falar de warm-up seja enganoso. Os três amigos, que apenas no ano passado resolveram juntar esforços, deram o mote desde cedo para uma noite de electro mais maximal, entre temas de Fukkk Offf, The Chemical Brothers ou Late of the Pier.
HUORATRON
Com troca de horários, o primeiro convidado internacional a subir ao palco seria o nórdico que em Março havia conquistado o Teatro Sá da Bandeira. Mesmo sem material novo e com um set semelhante ao apresentado na estreia no nosso país, Aku Raski trouxe consigo as batidas cruas e maquinais com que se popularizou ao longo dos últimos meses.
Imparável ao longo de cerca de uma hora de actuação, Huoratron transformou “$$ Troopers” ou “Gbay” em explosões de energia, numa partilha entre o palco e a plateia. Já com o público arrebatado, “Corporate Occult” seria o ponto final de uma actuação recebida entre braços no ar e saltos constantes, deixando o ar quente e carregado de humidade.
CYBERPUNKERS
Face às condições da sala (a ausência de t-shirt começava a ganhar adeptos entre o público, graças à temperatura cada vez mais elevada), seria uma demonstração de coragem a actuação da dupla italiana: os Cyberpunkers não prescindiram das máscaras de borracha.
Com quatro anos de carreira e fundindo várias áreas (do design à fotografia, da moda à música), entraram em palco dispostos a prolongar e alimentar o caos saudável entretanto lançado na sala. Entre as remisturas com a sua assinatura constam nomes como Tom Deluxx, Haezer, Gooseflesh, Toxic Avenger ou Chewy Chocolate Cookies – e por aqui podemos resumir o set explosivo da dupla esta noite, no Hard Club.
Já que o isolamento acústico da sala obriga a um sistema de portas duplas, com câmaras de separação entre elas, a circulação de ar foi praticamente inexistente ao longo da noite e o avançar das horas agravou uma situação aparentemente indiferente aos Cyberpunkers. Para as largas centenas ainda presentes com o aproximar das 6h, o ambiente de festa nunca chegou a ser comprometido e os três projectos mostraram fibra neste regresso do Clash Club.
Entre as conversas no corredor e exterior do edifíco, percebe-se que o Teatro Sá da Bandeira continua a ser o sítio de eleição entre o público, mas está já agendada pela Positiva uma noite Boys Noize Records no Hard Club, nas próximas semanas. Quanto ao Clash Club, volta ao TSB a 2 de Outubro, numa edição que conta com Toxic Avenger e WaxDolls como convidados internacionais.
reportagem FestivaisPT
fotógrafo: Marco Eira
Passou para a outra margem do Douro e perdeu o lado mítico, mas o Hard Club abriu finalmente as suas portas este fim-de-semana. Situado num edifício amplo, outrora com funções de mercado (Ferreira Borges), é o mais recente projecto cultural de larga envergadura a nascer no Porto. Várias são as áreas que o espaço reune, mas seria na sala 1 que o Clash Club se instalaria esta noite. Contudo, a lotação no limite – cerca de mil pessoas – e a falta de ar condicionado (alegamente avariado durante a noite de ontem, a primeira de funcionamento público) iriam condicionar em parte uma noite em que o público, ainda assim, se deixou levar ao rubro.
ELECTRO DOMESTIC
A abertura de noite esteve a cargo do projecto minhoto Electro Domestic, ainda que falar de warm-up seja enganoso. Os três amigos, que apenas no ano passado resolveram juntar esforços, deram o mote desde cedo para uma noite de electro mais maximal, entre temas de Fukkk Offf, The Chemical Brothers ou Late of the Pier.
HUORATRON
Com troca de horários, o primeiro convidado internacional a subir ao palco seria o nórdico que em Março havia conquistado o Teatro Sá da Bandeira. Mesmo sem material novo e com um set semelhante ao apresentado na estreia no nosso país, Aku Raski trouxe consigo as batidas cruas e maquinais com que se popularizou ao longo dos últimos meses.
Imparável ao longo de cerca de uma hora de actuação, Huoratron transformou “$$ Troopers” ou “Gbay” em explosões de energia, numa partilha entre o palco e a plateia. Já com o público arrebatado, “Corporate Occult” seria o ponto final de uma actuação recebida entre braços no ar e saltos constantes, deixando o ar quente e carregado de humidade.
CYBERPUNKERS
Face às condições da sala (a ausência de t-shirt começava a ganhar adeptos entre o público, graças à temperatura cada vez mais elevada), seria uma demonstração de coragem a actuação da dupla italiana: os Cyberpunkers não prescindiram das máscaras de borracha.
Com quatro anos de carreira e fundindo várias áreas (do design à fotografia, da moda à música), entraram em palco dispostos a prolongar e alimentar o caos saudável entretanto lançado na sala. Entre as remisturas com a sua assinatura constam nomes como Tom Deluxx, Haezer, Gooseflesh, Toxic Avenger ou Chewy Chocolate Cookies – e por aqui podemos resumir o set explosivo da dupla esta noite, no Hard Club.
Já que o isolamento acústico da sala obriga a um sistema de portas duplas, com câmaras de separação entre elas, a circulação de ar foi praticamente inexistente ao longo da noite e o avançar das horas agravou uma situação aparentemente indiferente aos Cyberpunkers. Para as largas centenas ainda presentes com o aproximar das 6h, o ambiente de festa nunca chegou a ser comprometido e os três projectos mostraram fibra neste regresso do Clash Club.
Entre as conversas no corredor e exterior do edifíco, percebe-se que o Teatro Sá da Bandeira continua a ser o sítio de eleição entre o público, mas está já agendada pela Positiva uma noite Boys Noize Records no Hard Club, nas próximas semanas. Quanto ao Clash Club, volta ao TSB a 2 de Outubro, numa edição que conta com Toxic Avenger e WaxDolls como convidados internacionais.
Sep 16, 2010
posto de escuta #1
Com o tempo disponível para actualizar o blog reduzido, irei tentar manter o posto de escuta mais breve e com uma frequência semanal. Nesta primeira edição, ficam quatro recomendações - 2 discos editados esta semana e outros 2 a chegar às lojas na próxima, mas já disponíveis para pré-encomenda em lojas como o iTunes.

Blonde Redhead - Penny Sparkle
itunes

Chromeo - Business Casual
itunes

The Hundred in the Hands - s/t
itunes

Teengirl Fantasy - 7AM
itunes

Blonde Redhead - Penny Sparkle
itunes

Chromeo - Business Casual
itunes

The Hundred in the Hands - s/t
itunes

Teengirl Fantasy - 7AM
itunes
Sep 9, 2010
What DJ? / You. Are. Welcome.
Para assinalar a entrada do meu alter-ego What DJ? na recém fundada Positiva Agency, chega hoje uma nova mixtape. You. Are. Welcome. vem também substituir a mixtape de Setembro, publicada há poucos dias e entretanto apagada.
Em jeito de apresentação a um novo público, a quase hora e meia representa, também, uma nova etapa para o blog - já que, ao estar responsável pela agência, o meu tempo livre é cada vez mais escasso. O alinhamento (e link para download) estão presentes aqui, basta carregar no play:
colegas de agência:
Dids | GE:EK | Mister Teaser
Sep 8, 2010
Russ Chimes: Targa

Chega agora a última parte da trilogia realizada por Saman Keshavarz, com base no EP "Midnight Club" de Russ Chimes. "Targa" é o desfecho da história divida em três episódios, publicados com um intervalo de uma semana na web.
1ª parte: Never Look Back
2ª parte: Tertre Rouge
Sep 7, 2010
Grafton Primary: The Eagle

Foi em 2007, com o EP "Relativity", que os australianos Grafton Primary chamaram-me à atenção, numa altura em que a pop electrónica vinda do outro lado do globo começava a ganhar um destaque claro. As influências deste trio são comuns às dos conterrâneos Cut Copy ou The Presets, mas com uma abordagem mais negra, densa... e industrial.
"Eon", o disco de estreia, chegaria em 2008 e com ele o sucesso além fronteiras, ainda que moderado. Com o segundo álbum previsto para 2011, os australianos apresentaram ontem o novo single: "The Eagle". Será desta que a presença nas pistas de dança se torna mais vincada?
Spektrum: I've Done it Now

Vindo de Londres, este quarteto que se dedica a uma electrónica com influências do funk e do punk continua discreto ao nível do impacto junto do público. Ainda que singles como "Breaker" (que os lançaria, em 2001) ou "May Day" conquistassem, dos dois álbuns até à data o tema mais familiar ao público é o hit "Kinda New", especialmente sob a remistura dos Tiefschwarz.
Com uma actuação sólida no Baile dos Vampiros (Porto), em 2006, ainda com o segundo disco - "Fun at the Gymkhana Club" - por editar, os Spektrum ganhariam um pouco mais de destaque por cá. Quebrando quatro anos de silêncio, ontem lançaram o primeiro single do terceiro disco ("Death at the Gymkhana Club"): "I've Done it Now". Aqui fica, em streaming:
Sep 2, 2010
Russ Chimes: Tertre Rouge

Depois da primeira, chega esta semana a segunda parte da trilogia com base no novo EP de Russ Chimes. "Tertre Rouge" mantém "Midnight Club" em destaque por cá, com o desfecho a surgir já na próxima quarta-feira.
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